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Eu quero, mas tenho medo. Por um lado quero, por outro, tenho medo. Tenho medo do risco, tenho medo do mergulho rumo ao desconhecido. O que devo fazer, então? Primeiro que tudo: Perceber porque é que quero. Porque é que tenho necessidade de que este desejo se concretize. É porque quero ser aceite? É para me sentir mais segura? É para ser mais feliz? Para fazer desaparecer a insatisfação? 


Penso: não há nada que venha de fora que me possa trazer felicidade plena.
O segredo é: sempre que desejar fazer algo porque me sinto mal, arranjo maneira de me sentir bem. Arranjo forma de ficar melhor. Medito, faço terapia, choro, faço qualquer coisa para internamente me sentir bem. 


Depois… depois de ter melhorado, de me sentir equilibrada e feliz, penso:

«Ainda quero avançar com esta questão?» Nessa altura já escolhi.

Se a resposta for negativa é porque o que eu queria era uma ação de fora para melhorar internamente. É claro que não ia resultar, pois estava a fugir, não iria ao fundo da questão.

 
Ao “obrigar-me” a ficar bem com meditação, interiorização, o que quer que seja, estou a validar um dos mais altos preceitos do céu. Tudo se cura de dentro para fora, do interior para o exterior, e não o contrário. Se a resposta for «não», livro-me de uma ação estéril, que não iria servir-me para nada, a não ser para me fazer perder tempo. 


Mas se a resposta for «sim», se, apesar de já estar bem, ainda desejar avançar, aí o caso muda de figura. Trata-se de uma intuição. Trata-se de uma comunicação com o céu. Trata-se de algo que confere com a minha energia original. Posso avançar, pois por mais difícil que seja a jornada, ela nunca me afastará do meu caminho original, pelo contrário, irá participar no enriquecimento da minha vida interior. 

Mafalda Carvalho

 

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Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 15 fevereiro 2012 às 20:56

Amiga não é bem isso, é a ansiedade de querer alcançar e estar disposta a tudo, no entanto em algumas fases também sinto a ansiedade que descreves.

Mais uma vez obrigada.

Beijinhos

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 15 fevereiro 2012 às 16:07

Olá Querida, Obrigado eu, a partilha é muito importante, liberta e dá espaço ao Novo. Quando falas em ansiedade, não sei se estamos a falar da mesma coisa amiga. A ansiedade, tal como eu a sinto, não é boa - é estar fora do aqui, agora, mas usando a preocupação, o medo, a culpa. Pelo contrário, quando nos focamos em algo, temos esse objectivo em vista, temos uma meta, mas estamos vivendo o que temos no momento. Sabemos que estamos vivendo aquele momento o melhor que conseguimos, de forma a atingir a meta que estipulamos (quer essa experiência tenha ou não, aparentemente, a ver com os objectivos que definimos).Também sei que é muito difícil viver no momento, mas é ai, nesse espaço que estamos a criar o nosso Futuro. Porque quando estamos no momento sentimo-nos bem. Não há problemas no momento, existe só a experiência pela qual estamos a passar. O problema é quando achamos que não conseguimos lidar com as experiências (porque nos culpamos de ter agido de tal forma no passado, e por isto temos medo que aconteça semelhante no futuro) e começamos a tentar planear as formas como vamos reagir, e então já estragamos tudo. Estamos a dizer ao Universo que não confiamos NELE, não confiamos no AMOR, e que por isto precisamos nos prevenir para algo de mal que ELE nos possa enviar.

Define o que sentes. 

Beijinhos querida, Obrigado.

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 15 fevereiro 2012 às 15:21

Querida amiga, obrigada por me dares essa perspectiva interessante e engraçada de ver as nossas amigas aranhas, aqui no escritório aparecem algumas porque a parte de trás tem um campo abandonado e cheio de ervas por isso é que elas aparecem. Realmente se eu pensar nessa perspectiva acabo por vê-las como minhas amigas, uma vez que quando elas estão há uma diminuição de insectos, enfim é engraçado pensar e agir assim.

A ansiedade da minha cura é boa e má, ajuda-me a continuar em frente, mas às vezes também me causa desconforto, uns dias é mais fácil outros mais difícil, mas faz parte do processo. É interessante pensar como trato o meu corpo, na medida em que de uma forma geral eu sou uma pessoa saudável. Obrigada minha querida pelas tuas palavras de partilha, ajuda, conforto e sobretudo de consciencialização. Beijocas 

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 14 fevereiro 2012 às 22:23

Olá querida amiga. Interessante, eu também tinha um medo terrível de Aranhas. Fobia, eu não suportava viver no mesmo mundo que elas, isto é a sério, era mesmo forte isso que sentia. Mas depois que fui para a Metamorfose o medo começou a atenuar e agora não digo que não sinta nada, mas já consigo pegar nelas com um pano e jogá-las pela janela, enquanto antes isso para mim era impensável - primeiro porque nunca iria pensar em deixa-las vivas (imagina, para elas se procriarem e serem mais ainda??), e muito menos conseguia chegar perto delas nem com vassoura, quanto mais com um simples pano...Comecei a vê-las de outra forma - comecei a apreciar as suas patas, os pelinhos, as cores, as teias, abri-me a uma nova forma de as ver e a partir daí comecei gradualmente a sentir-me melhor com a  presença delas. Não precisei saber de onde vinha o medo. Pode ser que esta experiência te seja útil amiga.

Em relação á ansia, sabes que no que te concentras é o que estás a criar - de que forma te concentras? Que energia envias? Qual é o teu desejo? Acho que precisas ter uma conversa contigo mesma e esclarecer alguns pontos.

Talvez te julgues, culpes, te mal-trates (no sentido de menosprezar o teu corpo, ou te zangares com ele); de que forma gostarias que os outros te tratassem? E é dessa forma que te tratas?

O Amor por nós mesmas é mesmo muito importante...

Por vezes também me zango com o meu corpo...

Há pouco tempo decidi que vou ama-lo e aceitá-lo apesar de tudo. Às vezes a forma antiga fala mais alto, mas sinto que já o consigo fazer cada vez mais vezes.

Obrigado Querida, Beijinhos

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 14 fevereiro 2012 às 14:54

Querida Elisabete, tal como tu também eu me encontrei um pouco na Metamorfose Real, foi o despertar para uma nova realidade, um início de um processo que está sempre em constante mudança e desenvolvimento. Nessa altura nem sabia o que era o medo ou até se tinha medo, data a minha constante fuga através da fortaleza que eu demonstro ter, mas que muitas vezes é uma "capa" porque eu não deixo que entrem no meu mundo, enfim as tais máscaras que usamos, agora tenho consciência de algumas delas, já é um começo.

Sabes que eu ainda não percebi a raiz de um medo que eu tenho desde pequena, eu tenho pavor a aranhas, pequenas e grandes, até chego a ficar arrepiada sempre que vejo uma. Porque eu não tenho medo de mais nenhum animal, ou pelo menos nunca se manifestou, mas as aranhas são um terror para mim e eu gostava de saber qual a origem deste medo.

Existe outro medo que eu tenho que se baseia na ânsia constante de recuperar a minha saúde física, tenho medo de não conseguir e acabo por descurar um pouco de tudo o resto.

Obrigada, beijocas

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 13 fevereiro 2012 às 16:30

Olá querida Mafalda. Sim, todos temos medos diferentes, mas o que precisamos procurar são as semelhanças - o medo. O medo é medo, seja disto ou daquilo. E cada um o sente consoante a consciência que tem de si mesmo. Quando eu entrei na Metamorfose Real não conseguia distinguir entre ansiedade, medo, stress, eu só sabia que me sentia muito mal e queria a todo o custo deixar de sentir esse mal-estar. Quando começamos a olhar para dentro de nós começamos a sentir, sentir com mais clareza.

No fundo os medos aparentemente parecem ser diferentes, mas se cavarmos vamos encontrar poucos tipos de medo. Eu tenho encontrado nas minhas acções dois medos que predominam: o medo de que não gostem de mim e o medo da morte. Cada um deles se desenrola em vários pensamentos. Por exemplo, o medo de que não gostem de mim é disfarçado por: medo de falhar, medo de não conseguir, medo de desiludir os outros. O medo de morrer aparece-me como medo da falta, medo de sentir medo.

Mas é tudo medo, seja de que forma se manifeste.

Obrigado. Bjs

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 13 fevereiro 2012 às 14:41

Amiga Elisabete, as tuas palavras fizeram-me tomar consciência da minha forma de lidar com o medo, não é melhor nem pior que a tua ou a dos outros, é apenas a minha forma, que aos poucos tem vindo a modificar-se. Pelas limitações que estão inerentes à minha condição física, eu tenho medos que não são vividos por outras pessoas e às vezes os medos que os outros dizem ter são diferentes dos meus, mas não deixam de ser medos.

Eu lembro-me dos meus primeiros tempos de faculdade, tudo era tão novo e eu tinha tanto medo de não conseguir que havia dias em que eu não sabia se estava no ar se estava no chão, foi uma das épocas mais difíceis para mim e hoje penso que, se eu consegui ultrapassá-la, posso e consigo ultrapassar todo, o crescimento deu-me uma "estaleca" para enfrentar os vários medos que aparecem no meu dia-a-dia. É claro que eles existem, muitas vezes lido com eles através da ação e outras através da inação, mas como tu dizes, quando os enfrento sinto uma enorme libertação e até um certo orgulho de ter conseguido e nem é tão difícil assim. 

Obrigada

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 12 fevereiro 2012 às 10:21

Olá amigas! Como a nossa amiga Mafalda diz, todos nós temos medo, mas pensamos que os outros não têm, e então fechamo-nos, não pomos cá para fora esse incómodo, e por isto ele continua lá. Mas quando tomamos consciência de que somos todos o mesmo e de que quando falamos de nós apenas estamos a falar de um só - o todo - o medo do julgamento e da critica deixa de fazer sentido, uma vez que conseguimos ver que o outro apenas nos julga ou critica por medo - ele tem medo de mostrar que tem medo e então coloca todo o  tipo de máscaras para se esconder. Ele nega-se a si próprio, e quando nos negamos apenas criamos mau estar. Precisamos Amar-nos, Aceitar-nos. O medo durante muito tempo foi um grande problema para mim, ele tomou tanto espaço na minha vida que eu fiquei mais pequena que um grão de areia. Eu deixava-me anular completamente por essa energia, em vez de a usar para meu beneficio. Rotulamos essa energia como má, e em vez de a aproveitar-mos fugimos dela e quanto mais fugimos mais ela corre atrás de nós. Chegamos enfim a um beco sem saída - ele e nós, frente a frente! Agora precisamos olhar de frente para ele - o que ele apenas nos quer mostrar é o que somos. È o espelho, quando olhamos para ele vemo-nos a nós mesmos.

Eu tinha tanto medo de conduzir á noite. Quando comecei a ler o Livro da Mente Milionária, há lá uma declaração: Eu ajo apesar do medo, eu ajo apesar da dúvida, eu ajo apesar do desconforto, eu ajo apesar da preocupação, eu ajo apesar da inconveniência, eu ajo quando não estou com vontade de agir. Eu tenho uma Mente Milionária!

Esta declaração ajudou-me muito, também em complemento com a leitura completa e frequente do livro e outras ferramentas: Afirmações tais como - Nada é o que parece e tudo o que a vida me dá é para meu Bem-estar, Sucesso e Riqueza - partilha, e outras técnicas de Libertação do medo, e de redireccionamento da sua Energia.

Esse medo deixou de ser um problema, eu cresci e tornei-me maior que ele. Esse é um dos medos que me paralisava. Tinha muito mais, e ainda tenho muitos que preciso ir crescendo e me tornando maior que eles. É um caminho, e sentimo-nos vitoriosos e cheios de força quando vemos o que conseguimos e nos sentimos GRATOS por isso!

O medo mostra-nos o que precisamos fazer. Eu sei que esta forma de ver o medo pode parecer estranha e até assustadora no inicio, mas o que perdemos em tentar? Já vimos onde a nossa forma de lidar com ele nos levou, porque não abraçar uma nova forma e experimentar o resultado por nós mesmos?

Quando o consigo fazer é uma libertação enorme, uma paz, tranquilidade, ENERGIA: Vem o medo de enfrentar alguma coisa e eu escolho usar essa energia que estou a sentir, e redireccioná-la a meu favor. Faz-me lembrar o vento: quando está muito vento e estamos parados ele faz uma pressão enorme sobre nós, mas se aproveitar-mos o seu balanço, toda essa energia, e abrir os braços e nos deixarmos ir aproveitando toda essa energia, como nos sentimos? Já todos fizemos isso em criança com certeza, experimentar essa energia do vento - é libertador não ? Assim é com o medo - basta aproveitar a energia e Canalizá-la para nosso beneficio!

Partilhem, experimentem, é libertador! Obrigado!

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 11 fevereiro 2012 às 22:31

Amiga Jusarra, todos nós temos medo numa ou noutra situação, mas o importante é podermos transformar o medo num trampolim para ultrapassarmos e eliminarmos esse mesmo medo, uma vez que o medo é energia e nós temos a possibilidade de transformar essa energia em acção.

Obrigada, beijinhos

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 9 fevereiro 2012 às 16:20

Olá amiga, Parabéns por partilhares de ti! Ao partilharmos estamos a desatar os nós, estamos a clarear o nosso caminho, estamos a dar espaço a ver a vida com outros olhos!

O medo é uma energia poderosa - ela pode nos impelir a agir ou a paralizar - é apenas uma questão de escolha. Podemos criar novos mecanismos de resposta a essa energia. Sim, é preciso treinar, mas e vamos continuar onde estamos por medo do desconhecido? Dizemos que queremos agir, mas andamos á procura da forma correcta! Afinal o que é certo e errado? quem é dono da verdade?

Precisamos agir, pôr acção nas coisas, sem pensar se é certo ou errado, o importante é mudar, e pelo caminho se farão os ajustes necessários.

Continua a escrever amiga! Envolve-te! Obrigada, o teu crescimento é o meu crescimento! Bjs

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