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Sucesso e Fracasso, as duas faces da mesma moeda

Todo o universo está envolvido numa atividade e num movimento sem fim; numa contínua dança cósmica de energia.

-Fritjot Capra

O tao da Física

 

Quando experimentamos um processo de transformação pessoal com a vida a progredir, experienciando uma grandeza verdadeira, somos regularmente testados. Apesar de termos experienciado a cura de um cancro ou realizado o sonho de nossa vida. Nada é suficientemente grande quando se dá oportunidade ao ego de injetar duvida e assumir o controlo.

Sucesso e fracasso, assim como recuperação e recaída, são as duas faces da mesma moeda. Ou nos encontramos em recuperação - um processo constante de crescimento; ou em estabilidade, o processo de degradação que culmina na sarjeta.

Viver ou vegetar são escolhas. O entusiasmo posto cada manhã quando se decide que “este é o melhor dia da minha vida” – dissipa-se quando reagimos a algum incidente. O incidente ou evento é a escada que precisamos subir para desvendar uma realidade mais ampla e abrangente do momento. Mas ao reclamar, não somente é perdida a oportunidade, como se muda de caminho para que a oportunidade nunca mais se apresente. Essa é sempre a tentativa do ego para assumir o controlo e comando de nossas vidas.

Tanto o viver como morrer são processos que dependem de escolhas.

Quando é que nos autossabotamos?

Quando parece que nada resulta, e que a ação posta em qualquer objetivo parece não ter qualquer efeito. Isso é ego assumindo o controlo. Quando deixamos que o medo de decidir e errar; medo de não ser aceite; medo de não ser suficientemente bom; medo de falar e magoar, medo de ser mal interpretado; medo de se ”ferir” descobrindo aquilo que tanto se temia; medo do tempo que não espera para pagar contas; medo da altura não ser propícia; medo de ser roubado, medo de ser raptado; medo de doenças que dizem incuráveis; medo de ficar só; medo de perder o que tem; medo da velhice. Medo de ter medo! Estas são algumas das armas do ego para nos manter prisioneiros na zona de conforto. Embora o medo seja uma ilusão, e resulte da falta de confiança no processo e fluxo da vida; uma atitude ingrata, natural no homem moderno que luta pela sobrevivência, num mundo governado pela culpa e medo. Essa atitude demente somente acontece pelo poderoso efeito hipnótico que o paradigma materialista tem sobre a humanidade e que o ego explora até nos levar à escravidão da “ZONA DE CONFORTO”.

ONDE FICA A “ZONA DE CONFORTO”?

Quando passamos por uma “CRISE” seja uma doença física; financeira; familiar; vocacional. Aqui é a “ZONA DE CONFORTO”.

Como se Cria “ZONA DE CONFORTO”?

 Após uma realização, um sucesso merecido; sai-se do caminho da vida e monta-se o acampamento numa zona de descanso, como a lebre na fábula de La Fontaine. A vida continuou passando ao lado. Adiando para amanhã retomar o caminho. Os sonhos trazidos na bagagem são esquecidos. Justifica-se ao mesmo tempo que se adaptam as precárias condições. O tempo vai passado, com a vida continuando no caminho ao lado. A inércia cria frustração, culpa, insegurança, o medo, e a dor. A alegria não existe mais. A cada dia que passa, mais débeis e velhos nesse processo demente de morte. Aqui é a “ZONA DE CONFORTO”. A zona onde insanamente se auto pressionam corpos com mentes dementes. Uma espécie de “cadáveres adiados” como dizia Fernando Pessoa.

Como é possível que alguém queira voltar para “ZONA DE CONFORTO” depois de transformar uma “crise numa bênção”?

Na verdade apesar da dor e sofrimento passado quando o caminho se torna desafiador ou desconfortável para o Ego, temos vontade de voltar para o nível mais baixo. A zona bem conhecida em que a luta pela sobrevivência é constante.

A auto realização é um caminho – transformação em constante movimento. Embora seja este o objetivo que nos trouxe a esta existência, encontramo-nos em constante resistência, tentados em desistir.

Por falta de autoconhecimento sucumbimos.

Assista hoje a palestra ao vivo ou on line

 

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Comentário de francilena da silva meireles mar em 12 fevereiro 2015 às 0:26

muito bom

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