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A recaída começa na nossa mente, quando alimentamos pensamentos que nos vão levar ao consumo.

A adição é uma doença de negação, e podemos estar completamente embrulhados, mas continuamos acenando com a mão a toda a gente – eu estou bem! Eu estou muito bem! Sinto-me muito bem!

Não queremos admitir que estamos na merda, porque queremos a todo o custo continuar a consumir a nossa droga. Não conseguimos sequer conceber um mundo onde ela não exista, por muito sofrimento que ela nos possa causar.

Quantas vezes não mascaramos esse sofrimento, desculpando-nos a nós mesmos dizendo que isso que sentimos deve ser de outra coisa qualquer – È da fome! São as mudanças Universais! Àh, isso não é bem assim! Eu? Eu não ajo assim como ele, eu não faço o que ele faz, eu estou bem, olhem só para mim!

Quanto mais sabemos, quanto mais conhecimento temos, mais nos enterramos. Aí temos todas as ferramentas para nos manipularmos, auto-justificarmos e tentarmos introduzir a droga na nossa vida de forma controlada – como se isso fosse possível…

E nós sabemos que não é! Não é possível! Mas mesmo assim, parece muito mais difícil viver sem ela do que o sofrimento que já conhecemos!

Andamos numa luta constante com a culpa e o medo, achando que as pequenas vitórias que aparentemente conseguimos, são sinónimo de domínio sobre a nossa droga. Faz-me lembrar um gato a brincar com um ratinho – volta e meia o gato dá-lhe mais um pouco de espaço. Ele pensa que já conseguiu a liberdade, e quando menos espera o gato salta-lhe em cima novamente, espetando-lhe as unhas, numa morte lenta! Nós somos o rato claro!

Temos alguém ao nosso lado, que consegue ver a luz, está na luz, e diz-nos: Anda, aqui estarás bem melhor, confia! E nós respondemos: Não! Não! Eu estou bem aqui no buraco, na lama! Ás vezes vejo um reflexo da Luz, isso basta-me!

E mesmo quando tomamos consciência disso tudo, porque de alguma forma admitimos a nossa impotência e sofrimento, mesmo assim, ainda alimentamos dentro da nossa mente: Será? Será que é mesmo assim? Tem de haver outra forma, com certeza! Eu devo poder continuar a consumir, de forma esporádica!

Que estúpidos que somos, ainda alimentando a mente que nos levou á merda!

O que todos queríamos era poder consumir a nossa droga de vez em quando, sem nos sentirmos dependentes dela não é?

Pois…E é essa toda a nossa questão. Estamos na merda, reconhecemos onde ela nos levou, e o que ela nos faz fazer, agir, decidir – toda a nossa vida gira em torno dela – e mesmo assim queremos continuar a fazer as coisas á nossa maneira.

Eu adicta! Está tudo doido mas é!

Oh, para quê negar…sou a única que não quero ver, todos os outros já estão fartos de saber…

O que é que eu escolho? Continuar uma vida de sofrimento progressivo, que a cada dia me leva para mais sofrimento, mais decadência?

O meu corpo mostra-me perfeitamente para onde eu estou caminhando…

Sempre temos a opção de continuar, somos livres de o fazer…mas será que somos mesmo livres? Essa é a questão – NÃO somos livres, estamos completamente á mercê dessa substância, nem sabemos viver doutra forma, e achamos que sem ela não vamos conseguir aguentar, quando no fundo já somos um caco, e andamos constantemente a apanhar os bocadinhos que caíram para tentar cola-los de volta…

Que imagem estranha não é? Pois é, mas é o que fazemos – porque ouvimos a nossa mente, aquela que nos levou a esse mesmo buraco.

Afinal é verdade, e agora? O que é que eu vou fazer?

Pois, um dia de cada vez…

Precisamos estar atentos á nossa mente – foi ela que nos levou ali, foi a nossa forma de pensar que nos tramou, e vamos continuar dando-lhe ouvidos?

A minha mente parece a festa do Avante – é só bêbados!

A nossa mente, formatada dessa forma, só nos levará de volta ao mesmo.

È necessário seguir as sugestões dos que já encontraram a Luz – se soubéssemos chegar lá sozinhos já lá estaríamos, certo?

Neste momento tudo o que a nossa mente nos possa dizer –  e nós temos perfeita consciência disso, apesar de querermos mostrar que não, de forma a tentar ganhar mais um bocadinho de tempo de consumo – só nos vai levar ao mesmo sentimento de impotência, de sofrimento.

Só por Hoje não vou consumir. Amanhã não sei. Amanhã logo se vê o que vou decidir. Mas, só por hoje vou seguir as sugestões, vou respeitar o meu corpo, a minha alma, o Deus em mim e vou fazer algo para ocupar o lugar que me pertence – na Luz.

Isto é muito bonitinho, mas é preciso fazer!

E vamos decidir fazer isso por nós mesmos, e não pelos outros, porque assim não vai funcionar!

È preferível continuar a consumir, se vamos estar apenas abstinentes e com pena de não podermos consumir. Porque podemos – temos a escolha de o fazer, e sabemos as consequências disso.

Para estar abstinente mais vale consumir! Não sei qual dos dois sofrimentos é pior, mas ao menos estamos drogados, conseguimos uma réstia de prazer…por pouco tempo…logo a seguir vem a culpa…

Essa malandra…

Sabemos que estamos perante o beco sem saída…a saída está atrás de nós – voltemo-nos para a Luz. Ela sempre esteve lá, mas estávamos de costas para ela.

È desconhecido o caminho? Deixemos que alguém nos guie.

A vida é para ser vivida em pleno.

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