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“Que mulher tão linda, é mesmo bela, não achas?”

Surgiu-me na mente a seguinte pergunta: “Que mulher tão linda, é mesmo bela, não achas?”.

Após ter surgido a pergunta, comecei espontaneamente a desenvolvê-la…

 

- Perguntas-me se também a acho bela? O que é para ti a beleza? Será que a beleza é o que aparenta como óbvio, ou será que a beldade está no oculto, no misterioso? Da mesma maneira que nem todos são o que aparentam, uma mulher pode não ser bela como tu a vês. Primeiro, tu olhas para uma mulher bela, sim, fisicamente atraente ou até esculpida, mas tu vê-la com o olhar materialista. O olhar materialista, deixa-se hipnotizar pelo externo. Seja uma mulher, uma criança, um animal, ou até mesmo uma floresta, o mar, uma cascata... É aqui onde surge o ponto de convergência, o ponto de união, que é a fusão do material, físico, lógico, palpável; com o imaterial, o espírito, abstrato, misterioso, criativo. Temos 1001 formas de ver o mundo com olhos científicos tradicionais, com aquele olhar lógico e palpável, mas é a ciência moderna, a Mecânica Quântica, Ciência Unificada, que realmente já era Ciência com outro nome antes do mundo científico surgir há poucos séculos, mais conhecida como Alquimia, que nos faz realmente ver, e não olhar. Porque para vermos, tem que haver perspetiva, e uma perspetiva é uma visão de ângulos delineares, porque o linear tem mesmo o nome de olhar, olhar é seu sinónimo. Tu podes apreciar a beleza física de uma mulher... Mas será que consegues apreciar a sua beleza extrafísica? Para responderes a esta questão, pergunta-te primeiro: Será que eu me aprecio? Será que me aprecio na totalidade? Será que para apreciar uma rosa, terei que ignorar os espinhos? Será que para apreciar a minha aparência, terei que negligenciar o que sou no meu fundo? Serei eu apenas este corpo, que me vejo na barriga, nas mãos, nas pernas, ao espelho no corpo todo? Ou será que há algo mais aqui dentro? Quem é esta voz que ouço a pensar? Será que esta voz é algo externo, ou será interno? Serei eu uma combinação do interno desta voz com o externo deste corpo? Será que realmente sou o físico e o não físico, o material e o espiritual? Será que, de facto, a espiritualidade isolada não é algo tão alienado quanto a fisicalidade isolada? Será que ambas se complementam, como um átomo se complementa com eletrões e protões? Ou serei uma peça divergente do puzzle? Estarei eu separado de ti, e do teu cão, e tu da minha iguana, e o outro daquela cobra? Mas como assim, sermos todos o mesmo, se eu sou eu, e não estou colado a nada nem a ninguém? Pois bem... Da mesma forma que não estás colado a ninguém, a ninguém tu pertences. Pertences a alguém? Será que pertences à tua família, aos teus amigos, aos teus conhecidos? O que tem o sangue a ver com a Totalidade? Tu não podes falar da Vida sem todas as partes. A Totalidade é equivalente à convergência de todas as divergências. Sim, como podes viver no Amor, se condenas o "inimigo"? Para ti o amor, é amares quem te convém, ou seja, a parte, ou Amares O Todo, como a totalidade da equação? A divergência separa-nos, porque para começar, estamos divergentes a nós próprios. Estamos afastados anos e anos-luz da nossa essência, pelo estratagema incutido em nós, desde que nascemos, porque apesar das melhores intenções do mundo, dos nossos pais, dos nossos avós, dos vizinhos, dos médicos, dos professores, políticos e afins, fomos formatados... Mas existe uma possibilidade ainda, de retornar à origem, de retornar ao ponto inicial. É através de palavras como estas, que não importa de onde venham, que podemos fazer um Backup do nosso sistema. Um Backup Integral, intrínseco à nossa magia e alegria, da plenitude da beatitude criativa e espontânea, que cura e transmuta, todos os tipos de obstáculos inseridos em nós, através de todos estes conceitos iludidos, divergentes à Cocriação.

Esta é uma convocatória, porque agora, mais do que nunca, precisamos de nos resgatar destas crenças limitantes e separadoras, que só nos causam dor, e que por consequência, trazem mais violência de todos os tipos, mais guerra, mais julgamento, mais impiedade, mais inconsciência. Por favor, eu peço-te... Escuta-te em silêncio, em privado. Só tu e as estrelas, só tu e as ondas, só tu e as árvores, os rios, os pássaros... Escuta com afeto, escuta com recetividade... Escuta, como se nunca ninguém te tivesse escutado. Escuta, como se uma criança confessasse os seus sonhos e desejos para o mundo, como se nunca ninguém te tivesse perguntado... Poderá não ser de imediato, mas dá tempo ao tempo. De pouco a pouco, volta a ter essa privacidade contigo, e escuta a tua voz interior, perguntando o que gostarias que Ser... E como esse teu Ser, poderia contribuir para o mundo e a sua beleza.

Somos todos belos. O mundo é realmente belo, e nós, apesar destes véus divisórios, no fundo, Somos Um E O Mesmo, porque tudo é átomo, mas moldado em diferentes formas. Da mesma forma que esculpes um pouco de plasticina, a Existência esculpiu-te… E ao outro, a quem chamas de belo, ou de feio. No fundo, no maior fundo perpétuo, neste vácuo quântico, tudo o que tu olhas e vês, está intimamente interligado a ti, pois tu és uma obra-prima dos Polos, que se convergiu neste Ser Humano, capaz de se ver como um Leão, ou como uma Borboleta, vivendo entre a consciência e a inconsciência. Tu és o que realmente acreditas que és. Nada é impossível. As coisas só são impossíveis se acreditares e sentires que são, pois se não forem... Poderás Ir Onde Quiseres E Criar O Que Quiseres, porque o Pensamento é o mais sofisticado computador da Exímia Hierarquia Da Criação. Isto é Mecânica Quântica, uma Unificação da crença e da descrença. Apenas depende de ti, tomares a ação que pretendes Cocriar.

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