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Posso não saber, mas a situação que estou a viver segue um padrão. Tem uma frequência vibratória. Tem um timbre energético. Percebo isso. Independentemente de quem me colocou nesta situação ou se foi eu próprio que provoquei. Independentemente de me terem feito mal ou de eu ter feito mal a alguém. Independentemente de me ter feito sofrer, a mim ou a outras pessoas. 

Independentemente de tudo, percebo que esta situação não é única na minha vida e que a emoção que ela despoleta não me é desconhecida. Posso não ter vivido nesta vida esta situação em particular, mas com certeza já vivi outras situações com mesmo peso emocional. Isso que estou a sentir agora, independentemente de tudo, de quem provocou, de como ou quando, independentemente de qualquer questão externa ao meu peito, isso que estou a sentir agora é-me conhecido. Mais do que me ser conhecido, é meu. 

É uma emoção da minha alma, uma densidade que ainda não está resolvida e que de vez em quando vem à tona para que possa perceber que ainda não está resolvida. Por isso, paro de focalizar a minha atenção para fora de mim própria. Vou buscar essa emoção tão conhecida. Esqueço as pessoas. Esqueço as coisas. As circunstâncias. Centro-me no meu peito. Centro-me e puxo essa emoção. Puxo. Sinto. Sinto. 

E quando esse sentir tomar conta de mim, por ter decidido aceitar que é meu, que me pertence, nessa altura e só nessa altura chega a hora de tirar. De me desfazer dele. Percebo uma coisa: nunca vou poder desfazer-me de algo que não aceite ser meu. E este é um conceito que deverei levar até ao fim da minha vida. 

Primeiro aceito que é meu. Depois retiro. «E como se retira?», pergunto eu. E eu respondo: “Prescinde dessa emoção. Considera que é tua, mas não desta vida, que vem de tempos passados e que já não está aí a fazer nada. Prescinde. Percebe que já não precisas dessa emoção para seres quem és. Essa emoção não é criativa, não é positiva”. 

E hoje, no meu peito, só poderão caber emoções positivas, construtivas e que façam avançar a minha alma no sentido da evolução. Prescindo do que estou a sentir. Paro de achar que os outros é que me puseram neste estado. Percebo que sou eu que me ponho neste estado a cada vez que olho para os outros como se eles fossem os maus da fita. Percebo isso, e estarei cada vez mais perto da verdade. 

Mafalda Carvalho

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Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 9 junho 2012 às 17:34

Olá Amiga Mafalda, Obrigado pelas tuas palavras. Sim, como dizes a Aceitação é a base de tudo - se não soubermos onde nos encontramos não podemos mudar. Continuaremos fugindo, fingindo que não está lá. Podemos mascarar, pintar com muitas cores cobri-lo a ouro, mas vai sempre cheirar mal...

Obrigado Amiga! Obrigado! Continua amiga! Bjs

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