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O Mito dos calmantes

“Maldita cocaína que roubaste o meu amante”

Eugénia Melo e Castro

A humanidade atravessa a época mais fascinante e gloriosa da sua existência, ao mesmo tempo que se encontra mergulhada na apatia existencial.

Apesar de a cada instante a humanidade ser surpreendida com descobertas fascinantes de belezas deslumbrantes, vive mergulhada na tristeza que alterna com uma euforia psicótica. Num caminho de picos e vales passa ao lado duma vida promissora e maravilhosa, que não tem capacidade de enxergar. 

Muitas seriam as justificações para esta estranha realidade. Mas hoje precisamos falar do flagelo que está a arruinar homens, mulheres e crianças de todas as raças, credos e extratos sociais.

Acredito sinceramente que a propagação desta calamidade teve origem num plano inocente e bondoso, por parte de seus promotores.

Estamos a falar de Benzodiazepinas (BZD) drogas legalmente receitadas livremente por agentes da indústria da doença.

Apesar de existir uma lista de muitas centenas de drogas registadas que levam em sua composição BZD, com consequências mais ou menos nefastas, este artigo não tem como propósito entrar nesses pormenores para não induzir a erros. Nem tão pouco dizer mal seja do que for.

A única intenção deste artigo é informar e ajudar a esclarecer dúvidas que me são postas diariamente.

BENZODIAZEPÍNICOS: O QUE SÃO E COMO SURGIRAM?

As benzodiazepinas foram descobertas nos inícios dos anos sessenta, renascendo assim a esperança de acabar com as cruéis salas de terapias psiquiátricas (eletrochoque), que mais não são que salas de tortura dum campo de concentração. Além desta importante vantagem também substituíam os velhos barbitúricos e outros tipos de sedativos hipnóticos usados desde os anos quarenta.

Tudo isto era muito animador e teria certamente sido de grande de grande utilidade para o doente psiquiátrico sempre tão mal tratado e desprezado nos vários campos de concentração espalhados pelo mundo que chamamos manicómios.

Como é que uma droga com poder tão dopante, que tinha sido criada para as Urgências Psiquiátricas, chega às farmácias e ao protocolo de um vulgar e impreparado agente da indústria da doença?

Voltemos aos anos sessenta por uns momentos:

Corriam os gloriosos anos sessenta das grandes revoluções culturais. João vinte e três abre as portas da liberdade ao mundo. Os mais variados movimentos de libertação iniciam a sua caminhada. Povos colonizados revoltam-se contras os colonizadores. Inicia-se o movimento de emancipação feminino que revolucionou o planeta (cresceu mais o planeta nos últimos sessenta anos que nos últimos 2000, graças à emancipação feminina). O movimento Hippy, que alastrava por todo o planeta e criava uma nova humanidade, foi prontamente desacreditado e dizimado, pois semearam e desenvolveram o consumo de droga dentro das suas estruturas mundiais.

Sopravam os ventos da mudança e sentia-se que a hora de a humanidade concretizar a sua verdadeira dimensão ser feliz tinha chegado.

Os que detinham o poder perdiam o controlo e era urgente desacreditar esses movimentos antes que se tornassem uma bola de neve de dimensões incontroláveis.

Como infelizmente nesse tempo, assim como agora nas mentes mais perversas, os fins justificam os meios, a oportunidade não podia ser desperdiçada.

E assim a indústria da doença e seus agentes ganhavam o controlo do planeta, ao difundirem essa droga tão poderosa a que deram o nome de “CALMANTE” (BDZ) e os sistemas instituídos, prestes a perder o controlo, teriam sobre dominação hipnótica os seus contribuintes.

Agora que já sabemos como é que essa terrível droga foi difundida vamos falar um pouco das suas várias ramificações.

As Benzodiazepinas encontram-se camufladas nos mais variados tipo de medicamentos que vão desde alguns xaropes infantis para a tosse até uma grande parte dos analgésicos que se compram em qualquer supermercado.

As moléculas mais comercializadas de BZD e indicadas pela ordem de curto, médio e longo-prazo são: Alprazolam (não indico nome comercial para não publicitar veneno), Clonazepam; Clordiazepóxido; Diazepam; Lorazepam; Midazolam; além de muitos outros.

O que alguns agentes dizem… Mas é mentira.

As (BZDs) Diminuem a ansiedade – relaxam músculos – auxiliam um bom sono.

Na verdade as (BZD), somente drogam (dopam,  efeito hipnótico) nada mais.

Sobre um efeito hipnótico, acredita-se que se dorme. Sobre uma diminuição do estado de alerta, tem-se a ilusão de relaxamento muscular

As (BZD) são simplesmente droga. NÃO TÊM EFEITO TERAPÊUTICO.

Sobre a Ansiedade e as (BZD)

Apesar de alguns agentes do sistema chamarem as BZD de tranquilizantes ou de ansiolíticos por terem a propriedade de dopar as pessoas descontroladas e ansiosas, na verdade, os efeitos jamais são terapêuticos. Por essa razão o seu uso nunca deva ser fora de um quadro de SOS, situação em que a falta de controlo da pessoa ponha em risco a sua própria integridade física assim como a integridade física de terceiros.

A prescrição do seu uso contínuo, por parte de um agente do sistema, é uma atitude irresponsável que normalmente leva o seu usuário à dependência.

Apesar dos alertas da OMS e do esforço de algumas pessoas responsáveis pela qualidade de vida, o mundo moderno encontra-se mergulhado na droga, cego e perdido.

As (BZD) e o sono de Qualidade.

Alguns agentes chama as BZD de hipnóticas por induzirem sono nas pessoas que têm dificuldades de dormir. Este não é um sono reparador, é um estado hipnótico, que ao ser usado mais que 3 dias seguidos, pode levar o seu usuário a graves problemas de dependência, assim como o degradar metabólico do organismo enquanto mergulhado nessa dormência.

É preciso lembrar que o uso de BZD é considerado pela OMS como caso de saúde pública. Apesar dos agentes da doença serem os grandes responsáveis por tal flagelo ou porque não estão preparados cientificamente ou porque obedecem a diretrizes da indústria do qual são seus fiéis representantes.

Chegou a hora de nos responsabilizarmos pelo próprio bem-estar. Não podemos mudar o passado, assim como não podemos mudar o sistema implementado, mas podemos mudar a nossa atitude perante a vida e criar o bem-estar que cada um de nós merece. 

Para terminar é preciso reforçar que existem no mercado português muitas centenas de marcas de químicos que têm BZD, em sua composição, provenientes de pelo menos de 12 moléculas diferentes de BZD.

Muito há ainda para dizer sobre as BZD, mas penso que a informação pouco poderá ajudar que sofre os horrores da sua dependência. O importante é dar a conhecer que há uma solução perfeita para cada problema.

Se te encontras escravo desta substância e queres recuperar a tua liberdade, pede ajuda.

Se vives na ansiedade, não uses drogas, a não ser em SOS, pede ajuda para saíres desse beco.

Se sofres de insónias, existe por detrás um motivo. Não te drogues, não adies a tua vida. Não queiras resolver um problema enganando-te e criando um problema bem pior com o uso de drogas que te levam à escravatura.

Em qualquer caso tens ao teu dispor ajuda 24 horas por dia.

PS. Por favor se não queres uma verdadeira solução para a tua vida, sê minimamente responsável não uses este endereço para não prejudicares os utentes que estão em sofrimento e querem respirar o ar da liberdade.

António,  incondicionalmente disponível.

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Comentário de GISLAINE TARTARI em 6 julho 2016 às 19:45

Olá, Boa Tarde! Gostaria também de deixar aqui meu testemunho! Durante 15 anos de minha vida após ir em vários psiquiatras e psicanalistas desde os mais conceituados deste país, fiz uso de psicotrópicos durante todos esses anos, sem obter nenhuma resposta, desde os medicamentos mais recentes e modernos e "eficientes" para depressões, ataques de pânico e ansiedades, etc... e nada resolveu, somente me deixando apática e dopada, no início e durante anos de tratamento, nada resolvendo....Somente quando resolvi meus conflitos interiores pude enfim me sentir em paz verdadeiramente e livres de todas essas porcarias e mentiras e enganos desses psicotrópicos.Falo por experiência própria, podem acreditar.Ninguém precisa desses paliativos para viver bem! Na minha opinião uma fuga para quem não quer resolver seus problemas do dia a dia!

Comentário de Filomena Maria Barbosa Santos em 4 julho 2016 às 17:06

Boa tarde

Para testemunhar a minha experiência, eu sofria de insónias graves e angustia. Foi- me receitado pelo psiquiatra benzodiazepinas, iniciei pelas mais leves e foi gradualmente aumentando para as mais fortes, pois elas deixavam-me de surtir efeito. Sentia que não tinha um sono normal com essas drogas, cheguei a dizer ao psiquiatra que ficava em duvida se tinha dormido ou estado a pensar toda a noite, para alem de me sentir sem vida, dopada e por isso acredito que só serve para hipnotizar a pessoa. Estava a ficar desesperada com a situação em que me encontrava e resolvi pesquisar navegando online uma forma de me curar e foi então que descobri o Sr. António a quem pedi ajuda e que incondicionalmente me ajudou a libertar destas terríveis drogas e a quem estou profundamente grata. Hoje não preciso mais delas e existe uma diferença muito grande entre um sono induzido e um sono natural. Hoje sei o que é ter um sono de qualidade. Graças a Deus que existe alguém que nos estende a mão para quem quer realmente se curar.

Comentário de Antonio Teixeira Fernandes em 1 julho 2016 às 13:19

 

Boa tarde Prezado Márcio de Lima Medeiros, muito obrigado pela sua tão criativa e eloquente demonstração de sabedoria.

Penso que é preciso esclarecer agora uma grande confusão. Em primeiro lugar aqui preconceito é da parte do senhor, não porque está a julgar quem não conhece (mas esse é um problema somente seu; nem poderia ser de outra forma e mostra em poucas palavras o que é capaz de fazer e ser).

Agora que tudo está esclarecido vamos lá saber: este artigo é bem claro, somente revela o que a sociedade médica e a organização mundial de saúde procura informar a dezenas de anos. Todos os dias em todo o mundo é debatido este problema.

Sugiro que numa próxima vez, se informe antes de falar de preconceito. E que se não perceber o que está escrito pedir esclarecimentos. Terei muito gosto em lhos dar. Como certamente reparou não fiz qualquer menção ou publicidade seja ao que for. Nem tão pouco lhe peço que feche a boca como sendo o detentor do saber. Partilho unicamente a minha experiência. Não criei este site para controvérsias e muito menos para pessoas maldizentes, frustradas e imaturas que pretendem que o mundo gire a sua volta.

E senhor Márcio de Lima Medeiros, foi exatamente por conhecer essa droga na pele que o fiz o alerta para que os seus usuários sejam alertados para os seus malefícios.

Não julguei falei simplesmente da minha experiência pessoal e de muitos anos no serviço na libertar pessoas dessa droga que lhe rouba a dignidade como muito bem demonstrado nesta reação.

Humildemente me despeço Incondicionalmente disponível para qualquer esclarecimento

Atenciosamente

António 

Comentário de Márcio de Lima Medeiros em 1 julho 2016 às 12:30

Senhor Antônio Teixeira Fernandes, existem muitos remédios que provocam tantos efeitos colaterais muito negativos, que pode não valer a pena tomá-los. Mas o mesmo não acontece com os Benzodiazepínicos. É muito fácil condená-los, dizer que são uma droga, etc. Certamente quem condena esses medicamentos (os psicofármacos, que incluem os anti-depressivos, anti-psicóticos e outros) e tem preconceito contra esses medicamentos, nunca passou por um problema sério de ansiedade e outros problemas. Altos níveis de ansiedade são simplesmente o "INFERNO NA TERRA". São insuportáveis. São intoleráveis. Eu não estou fazendo propaganda comercial de nada. Eu simplesmente conheço, pois eu senti na minha própria pele, ou melhor, no meu organismo e na minha alma, o que é esse inferno chamado de ansiedade.Os BENZODIAZEPÍNICOS são, sim, uma das maiores conquistas da ciência em todos os tempos, como o Clordiazepóxido, o Diazepam, o Clonazepam e o Alprazolam. Os benzodiazepínicos, sozinhos ou associados a antidepressivos (como a fluoxetina, a venlafaxina, a imipramina) e a grandes tranquilizantes como a Clorpromazina e a Levomepromazina, fazem MILAGRES com relação às terríveis crises de ansiedade, inquietude, agitação, depressão, agressividade, impulsos suicidas, sintomas psicóticos e outros, que afligem uma parcela considerável da população mundial. Há pessoas que têm um enorme PRECONCEITO contra os Psicofármacos. Quem critica esses medicamentos são pessoas que nunca precisou deles. Quem nunca sentiu na própria alma o que é ansiedade, insônia, etc., então não venha falar mal dos Psicofármacos. Fique de boca calada, que é o melhor que essas pessoas têm a fazer.

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