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Tudo começou com um casamento, quando tinha apenas 16 anos de idade. Desse relacionamento nasceu uma menina linda que coloquei o nome de Priscila. Quando ela estava com 1 ano de idade, meu relacionamento com o pai dela não deu mais certo e resolvemos nos separar. Nessa época eu já estava com 19 anos, me separei e fui viver com meus pais, que me deram todo apoio, todo carinho, me acolheram a mim e à minha filha. Passamos a viver todos juntos até que ,quando Priscila estava com 4 anos, conheci meu atual marido Adriano, e depois de um certo tempo de convivência resolvemos ir viver juntos, construir uma nova família.
Priscila como estava acostumada a conviver com os avós, não quis ir viver comigo e meu marido, sabendo eu que ela estava cuidada e protegida , não a obriguei a vir comigo, mas eu morava do lado da casa de minha mãe, onde estava em contato todo o tempo com ela, passamos juntas todas as suas fases, sempre foi muito amada por todos, teve uma infância saudável e feliz.

Com 12 anos Priscila ficou mocinha, começou a descobrir seu corpo. Como toda menina nessa idade tinha cólicas, dores de cabeça, tudo que se tem nessa fase, sempre cuidamos e tentávamos proporcionar o melhor conforto possível e a partir daí começa minha história.

Com 14 anos, Priscila começou a ficar toda desregulada, suas regras vinham duas vezes no mês, sentia muita cólica e dores abdominais. Até então, eu e minha mãe achávamos normal pela idade, acreditávamos que era assim mesmo.
Até que um dia achamos melhor levá-la ao médico, nessa época eu havia tido um outro filho, o Bruno que estava com 3 meses de idade, e por esse motivo não pude acompanhá-la ao ginecologista. Chegando lá, minha mãe relatou à médica o que se passava com a Priscila, a médica disse que nessa idade esse tipo de coisa era comum acontecer, mas que iria dar exames para ela fazer e realmente foi uma decisão correta.
Foram pedidos exames de sangue e também um ultra-som no abdómen total, que logo depois de marcado, após uns 10 dias foi feito. Aguardámos o retorno da médica, estávamos tranquilas acreditando que estaria tudo bem.
Chegado o dia do retorno, minha mãe foi com ela levar os resultados dos exames, a médica olhou e disse estar tudo normal com o sangue, apenas uma pequena anemia, nada que preocupasse, mas quando abriu o ultra-som constatou que no ovário esquerdo da Priscila havia um nódulo que media 3cm, um nódulo sólido e a notícia foi dada, poderia sim ser um câncer de ovário.
Mas havia a possibilidade de ser benigno, minha mãe perdeu o chão, não sabia nem sair do consultório de tanto desespero. Quando chegou em casa, fui logo saber se estava tudo bem, e deparei-me com minha mãe pálida, desesperada, chorando muito, pedi para a Priscila que fosse ver sua amiga, e perguntei à minha mãe o que estava acontecendo.
Ela chorando muito me disse:

-A Priscila pode estar com um câncer no ovário.

 Disse não é possível, mas sabia que na verdade isso poderia sim estar acontecendo. Entrei em desespero ao saber.
Passei a procurar informações que me pudessem ajudar, pensava “Meu deus, como pode uma menina de apenas 14 anos, que está começando a vida, passar por isso.”
A ideia de perder minha filha era desesperadora, eu não aceitava, me revoltei contra tudo, contra todos, achava que DEUS era cruel, como podia isso estar acontecendo comigo, cheguei a pensar que Deus me estava punindo por não  tê-la levado comigo. Tanto a minha vida, quanto a da minha mãe não tinha mais sentido. Cheguei a pedir a DEUS que me levasse, mas que não tirasse a vida da minha filha, que era tão jovem, uma criança, tinha uma vida inteira pela frente, ser interrompida dessa forma não seria justo.
Nessa época eu amamentava, acabou que de tantos nervos e desespero meu leite secou, meu bebé precisava de mim,  eu não tinha condições  psicológicas para cuidar dele, minha mãe muito menos, estávamos  a ponto de enlouquecer  e não podíamos deixar transparecer nosso desespero para que a Priscila não percebesse a gravidade do problema, que até então ela acreditava estar com um cisto, não fazia ideia do que estava acontecendo.
Resolvi procurar meu obstetra. Assim o fiz, chegando lá relatei tudo a ele, mostrei os exames, ele não hesitou nem um minuto. Precisava ser removido o mais rápido possível, mas isso não garantia a vida dela, mas tínhamos que arriscar. Perguntei-lhe quais eram as chances de vida dela, ele foi taxativo ao dizer 20%. Saí de lá totalmente sem rumo, sem saber o que fazer diante de 20% de vida e 80% de morte, foi quando tive a ideia de levar minha filha para fazer uma cirurgia espiritual, senti um pouco mais de confiança, procurei minha orientadora espiritual, uma senhora, de uma fé maravilhosa, de uma confiança plena.
Bem assim fiz, fui para casa, procurei a senhora DIVINA e relatei o que estava acontecendo. Ela muito prontamente disse:

-Filha, leve-a na nossa casa de oração e o que Deus permitir será feito.

Conversando com minha mãe sobre isso ela rapidamente concordou, o difícil era fazer a Priscila aceitar ir sem saber o motivo, mas como DEUS na sua infinita bondade sempre não desampara ninguém, quando disse para Priscila que precisava ir comigo à casa de oração, ela simplesmente concordou.

Chegando na quarta-feira, dia da oração de cura, lá estávamos,  eu muito ansiosa, minha mãe à flor da pele e Priscila tranquila pois não sabia de nada.
Começou a oração todos muitos concentrados, todos nós muito confiantes. Quando a orientadora pediu que eu levasse a minha filha até ela, assim fiz.
Foi colocada numa cama deitada, quando começou a oração e a cura a ser feita pelo médico espiritual, foi pedido para que eu estivesse junto nesse momento, durante a sessão de cura. O médico espiritual para o qual a minha orientadora espiritual trabalha, disse que ela precisava da minha energia em forma de doação, assim foi feito, colocaram meu braço sobre o braço dela como se fosse passar meu sangue para ela. Nesse momento, tanto ela quanto eu sentimos uma sensação estranha como se uma agulha tivesse  entrando no meu braço e no dela .
Uma irmã  de fé veio e colocou um algodão em nossos braços, no momento não me importei de olhar.
Ao terminar a cirurgia espiritual, fui chamada novamente pelo médico espiritual que me disse:

-Filha, realmente ela está com esse problema muito sério, que não pode ser removido espiritualmente, ela vai precisar passar com um médico da terra. Mas acredite, sua filha será curada , com a  graça de DEUS , você não vai perder sua filha ,mas ela terá  que passar por essa missão , confie que tudo dará certo e tudo ficará bem, porque Deus é um pai maravilhoso e não desampara seus filhos, tenha fé que Deus já esta agindo nela , e que o Pai Celestial deu permissão a mim, irei ajudar, amparar, e cuidar.

Agradeci muito, cheia de fé, confiança, e certeza que tudo daria certo, saímos de la.
Ao chegar até o carro, minha filha Priscila disse:

- Mãe, meu braço dói!

- Mas porquê?- perguntei.

Ela disse:

- Olha mãe!

Quando olhei não acreditei no que estava vendo, onde foi colocado o meu braço sobre o dela estava vermelho com um furinho, como se tivesse acabado de tomar ou tirar sangue, automaticamente olhei no meu, para minha surpresa também estava do mesmo jeito, ficamos admiradas por não ter agulhas, nada que justificasse aquela marca de furo de agulha, mas simplesmente a abracei disse:

-Filha você será curada com a graça de Deus.

Voltamos para casa, eu estava muito confiante, ela estava bem , enfim todos estávamos nervosos mas confiantes que tudo daria certo.
Na segunda-feira seguinte, voltei ao meu obstetra, o qual iria fazer a cirurgia, chegando lá fui falar com ele, ele me disse: 

-Olha, Miriam vou ser bem realista com você  é uma retirada de tumor, não sabemos o que vamos encontrar na hora de abrir, espero no fundo do meu coração que seja o tumor mas simples que existe, mas quero que você tenha a certeza que tudo que estiver ao meu alcance será feito.

Como se tratava de um tumor que não sabiam como era, ele sugeriu que tivesse um Patologista acompanhando a cirurgia.                                                                                                

Sem questionar aceitei, bem foi marcada a tão sofrida e esperada cirurgia para a retirada do tumor, para semana seguinte.

O tempo que passou desde se descobrir o tumor, até fazer todos exames, para se preparar para a cirurgia foi quase 1 mês.   Eu, minha mãe, a família toda estávamos  exaustos de tanto sofrimento, desespero, angústia da espera. Ao mesmo tempo que queríamos que tirasse aquela coisa horrorosa de dentro dela, havia o medo de que quando tirasse o que iriamos enfrentar, estávamos lidando com o desconhecido. Mas procurávamos manter nossa fé viva, quando uma desanimava a outra levantava e assim foi até o dia da cirurgia .    

No dia 5 de junho de 2001, às 8 horas da manhã, seria feita a cirurgia. A ansiedade, o medo, a angústia, pareciam querer tomar conta de tudo, mas buscamos força de onde nem imaginávamos, para poder ter força para enfrentar.   No dia 5, logo de manhã fomos para o hospital, rezando pedindo ao Pai que tivesse misericórdia, que tudo desse certo. Minha mãe mal se sustentava em cima das pernas, eu parecia que iria explodir, mas o que nos mantinha em pé era a fé a e confiança em DEUS.

As 8:30 da manhã do dia 5 de Junho, Priscila foi para o centro cirúrgico, minha mãe não tinha condições psicológicas para ficar ali esperando os resultados, e também havia o Bruno que estava com 4 meses e precisava de cuidados, minha mãe voltou pra casa para cuidar do Bruno e aguardar resposta , e eu fiquei.
Eu só  sabia rezar, e implorar a Deus pela vida da minha filha, e chorar, a cirurgia demorou mais ou menos 1 hora e meia, acho que foi o tempo mais sofrido da minha vida.
Quando veio a enfermeira e disse que o médico me estava aguardando no centro cirúrgico, eu perdi o chão, queria ir correndo para saber das notícias, ao mesmo tempo estava paralisada com o medo do que iria enfrentar.
Já chorando muito fui, quando cheguei próximo ao centro cirúrgico avistei o médico na porta, em desespero olhei pra ele e disse :

-Doutor me dê uma boa noticia pelo amor de Deus.

 Ele olhou pra mim, como num ato de dizer não, balançou a cabeça no sentido de não, meu mundo naquele momento desabou, todas as forças que tinham não existiam mais, era somente um sofrimento desesperador.
Segurei nas mãos dele e disse :

-Minha filha vai morrer ?

Ele disse:

-Espero que não, mas é muito grave o tumor dela, tanto que quando se descobriu estava com 3 cm e quando foi tirado estava com 11 cm. Além disso é um tumor raríssimo, a chance de se ter esse tumor  nessa idade é de 1 em um milhão e a chance de cura também.

Eu entrei em desespero, já mais nada tinha sentido.
Quando chegou o patologista e disse:

-Calma mãe escute o que te vou dizer. Aconteceu uma coisa aqui que não sei explicar.

Nós olhamos para ele, até que o médico, sem entender nada disse

-O que aconteceu?


Ele disse:

Eu não acredito em milagres , mas se existem milagres, aqui aconteceu um e um milagre imenso. Em toda minha vida, com toda a minha experiência e conhecimento, eu nunca vi um caso desse, onde com um tumor dessa qualidade, de uma agressividade enorme, acontecer isso. O tamanho desse tumor é gigantesco, ele com menos da metade teria comprometido o fígado, pulmões, rins, estômago, enfim teria pego o corpo todo. Ele tem raízes até 80cm de comprimento, eu não sei como e nem porquê , ele se desenvolveu , cresceu e se restringiu a ele mesmo.

 O médico disse:

 -Como assim?

 O patologista respondeu:

-As raízes viraram todas para dentro dele, está um emaranhado de raízes dentro dele, eu olhei a sua filha toda por dentro, ele não enraizou em órgão algum, é uma coisa impressionante de se ver, eu desconheço esse acontecimento.

Eu, no meio de tanto desespero, senti que algo bom estava acontecendo e perguntei:

- Isso é bom não é doutor ?

Ele sorriu e disse:

- Bom filha, isso é maravilhoso, as chances de vida dela aumentaram de 20% para 90%. É um milagre mesmo acreditem, só que ela terá que fazer quimioterapia, e radioterapia para garantir que nada restou, mas vou voltar lá e ver certinho e volto a falar com vocês, mas por agora aquiete seu coração e agradeça a Deus, porque um milagre aconteceu.


Eu chorava de alegria porque dentro de mim a certeza que foi dada  a chance de cura  e a vida da minha filha se fazia real, agradeci muito aos médicos e sai para dar a notícia a minha mãe.
Quando cheguei em casa minha mãe estava em pranto, desesperada, esperando pelo pior, pedi que me escutasse, e relatei tudo que o médico e o patologista haviam me dito, foi uma explosão de alegria, de felicidade, de agradecimento.
Cuidei do Bruno e voltei para o hospital, porque a Priscila estava voltando para o quarto.
Quando ela chegou, eu estava muito feliz, a abracei e beijei muito, agradecia a Deus por ela estar ali e bem, e disse:

-Você vai ser muito feliz filha.

Ela sem entender nada sorriu.
A  enfermeira entrou no quarto e me disse que a quimioterapia iria começar no dia seguinte que médico pediu para avisar. Agradeci e ela saiu A Priscila perguntou o que era quimioterapia , eu respondi:

- Não se preocupe, é somente remédios, nada de mais.

 Ela tinha um cabelo enorme, lindo, imaginei a meu Deus outro desafio a enfrentar, mas estava feliz porque isso não era nada diante do que enfrentamos .
Passou o dia, ela muito bem, à noite minha mãe ficou com ela, no  outro dia eu voltei para ficar com ela porque sabia que iria enfrentar uma nova batalha que era a quimioterapia, estava esperando virem busca-la para fazer a quimioterapia quando o ginecologista entrou no quarto, examinou a Priscila disse que estava tudo bem, veio e me disse:

 - Vamos lá fora, quero falar com você.

Eu simplesmente gelei pensei, Meu Deus deu alguma coisa errada, com os nervos a flor da pele, fui.
Ele segurou na minha mão, eu sem esperar disse:

-O que aconteceu, pelo amor de Deus?

 Ele sorrindo disse:

- Calma, respira. Olha Miriam, devo admitir que seus créditos com o homem lá em cima estão em dia.

-Porque diz isso?- perguntei eu

Ele continuou:

 -Porque analisamos tudo de novo, vimos,  revimos, e chegámos a conclusão que a Priscila está 100% curada  dessa enfermidade, como disse o patologista se milagres existem, vocês foram merecedores de um, e digo de um grande milagre, agora só recuperar da cirurgia, e ir pra casa e fazer somente acompanhamento com a oncologista por 5 anos só prevenção, mais nada. Parabéns a sua filha está curada.


Eu fiquei tão feliz, mas tão feliz que abracei o médico, agradeci, entrei no quarto, abracei minha filha bem forte, e disse:

- Graças a deus filha, você  está curada, você vai viver muito ainda.

Ela sem saber o porque de estar falando isso somente disse:

 -Que bom não é mãe?

 -Sim filha é maravilhoso.

Minha mãe chegou para ver se tinha dado tudo certo com a quimioterapia, eu contei o que havia acontecido, foi uma explosão de alegria, de choro, de agradecimento a Deus, uma emoção tomou conta de nós abraçamos a Priscila e festejamos a vida.

Após 3 dias, ela saiu do hospital bem, animada, feliz, só aí é que veio a saber o que realmente tinha, o que ficou feliz também, tratamos de marcar logo as consultas com a oncologista para ser acompanhada.
Graças a Deus foi feito o acompanhamento não por 5 anos somente, mas sim por 8 anos, nada apareceu teve alta da oncologista, continuou vivendo sua vida feliz.
Hoje Priscila se encontra com 28 anos, linda, casada, feliz e nos somos eternamente agradecidas a Deus pela graça, pelo milagre recebido.
Essa é minha real história de vida, com um grande e lindo final feliz.

 

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Comentário de miriam sofia cardoso capato em 2 abril 2015 às 3:03

verdade jaque deus e um pai maravilhoso mesmo 

obrigada flor.

Comentário de Ane Jaqueline de Oliveira em 2 abril 2015 às 2:55

Linda historia...Deus é Pai,é puro amor...Obrigada Senhor...

Comentário de miriam sofia cardoso capato em 2 abril 2015 às 2:30

Obrigada querida 

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