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 “Assim não gosto de ti! Estás a portar-te mal!

Ah, assim sim, linda menina, assim está bem! Assim gosto de ti, portas-te bem!”

 

Este discurso é-lhe familiar?

Questionava-me acerca do porquê de termos tanto medo de que não gostem de nós e surgiram-me algumas imagens de Infância de quando me diziam que gostavam de mim se eu me portasse bem, mas que se eu me portasse mal, além de não gostarem de mim isso definia-me como má e feia.

Claro, eu era uma criança traquina e cheia de vida, o que muitos adultos preguiçosos e egocentrados – que estão demasiado acomodados dentro de si próprios e é uma chatice terem que sair cá para fora para, observarem e guiarem a criança no seu processo de conhecimento dela mesma e do “exterior” –  chamam de mau comportamento, ou até de hiperactividade. Eu era considerada uma criança hiperactiva, e não haviam olhos que chegassem para inspeccionar as minhas aventuras…

A criança reage ao que ouve, vê e sente. Se os adultos mais próximos de si (a quem está emocionalmente ligada e dependente) lhe dizem que tem de ser assim ou assado ou então não gostarão dela, ela fará todos os possíveis para agradar.

Mas, ela não sabe o que é certo ou errado (segundo as limitações dos adultos), então simplesmente explora tudo. Vive só, o momento, o Agora. Mas os adultos começam a podar os seus sonhos, a incutir regras, limitações.

 A criança apenas tem um objectivo: conhecer, explorar, sentir, envolver-se, mas os adultos preguiçosos dizem que ela se porta mal, é mal-educada e os faz passar vergonhas…A criança fica confusa. Ela só quer o Amor dos Pais, dos seus mentores.

Começam a incutir-lhe culpa, fazendo “chantagem emocional”…

Como podemos tratar uma criança assim? E como podemos esperar que se torne num adulto responsável mas livre dentro de si, usando todo o seu potencial?

O facto é que crescemos e continuamos a agir dessa forma – fazendo as coisas para tentar agradar aos que nos rodeiam. Acabamos por nos afastar de nós mesmos, pois nos ensinaram que precisávamos fingir ser algo que não somos e só assim gostariam de nós. Começamos por brincar ao “ser o que eles esperam”, depois isso tornou-se um padrão, e com o tempo criámos máscaras mais trabalhadas e perdemo-nos no meio delas…

Sabemos o resultado dessa forma de lidar com a vida não sabemos?

Então vamos continuar a “educar” as nossas crianças dessa forma? Queremos criar mais dependentes, mal-amados, fracassados, deprimidos, miseráveis, desajustados?

A criança é uma esponja, absorve todas as formas de reagir ao que sente à sua volta. Quando dizem que a criança é exactamente a cópia dos pais, isso não é de estranhar. A criança nasce como uma folha em branco que vai ser preenchida ao longo do tempo, através do que ela sente em relação ao que a envolve. Ela interioriza não apenas o que vê e ouve mas essencialmente o que sente. Por isto muitos pais ficam tão abismados com certas atitudes dos filhos, sem entenderem que eles apenas e simplesmente aprenderam a reagir da mesma forma que SENTEM que os pais reagem.

Então, queremos continuar a ser esse exemplo para que eles o sigam?

É este o Mundo que queremos criar e em que queremos Viver?

 

 

A escolha é nossa.

 

Obrigado.

 

Elisabete Milheiro

Metamorfose Real

 

elisabete@solucaoperfeita.com

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Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 14 fevereiro 2012 às 22:05

Olá Albertina, Obrigado pelo teu comentário! Sim, ás vezes é difícil falarmos de nós, mas isso acontece porque estamos com medo de ser julgados ou criticados - mas nós somos os nossos maiores inimigos; não são os outros, mas sim nós mesmos que nos julgamos e criticamos. Como dizes, é urgente nos Amarmos e Aceitarmos. Sem isso não há crescimento, não há mudança, não há bem-estar. Obrigado. Bjs

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 13 fevereiro 2012 às 17:00

Olá Carla, obrigado pelo teu comentário! Somos livres de escolher o que quisermos, mas precisamos assumir as nossas escolhas e não nos queixarmos dos Resultados! Obrigado! Bjs

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