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Muitas vezes dou conta de um pensamento muito subtil, que sinto estar enraizado, pois ele sempre tomou conta de tudo e foi devido a ele que não tomava iniciativa de fazer coisas novas e de sentir a vida.

Então, sempre que me surgia algo novo, ou que nunca tinha feito, ou experimentado, esse pensamento vinha: não, não vou fazer, e se eu falhar?

Há muito mais por detrás desse pensamento do que aquilo que aparenta; ele não apenas quer expressar o medo de falhar, mas é mais profundo que isso, e existem outros pensamentos associados a este, que me apercebi mais recentemente:

E se eu errar? E se não conseguir? Se vou errar então não vale a pena começar, senão depois vou culpar-me, e eu não me quero culpar, a culpa é muito má, não nos deixa andar para a frente; eu prefiro ficar aqui onde estou, neste lugar que já consegui alcançar, pois aqui sinto-me bem, sinto-me confortável e não me culpo! Pois e se eu mudar para uma coisa que não é certa? Ou que não seja melhor do que aquilo que tenho agora? E se não conseguir lidar com ela? E se eu não tiver estofo para aguentá-la? O que os outros vão pensar de mim se me virem descer de lugar?

Pensamentos controversos, que se confundem, que não têm qualquer sentido nem fundamento, mas que por algum motivo são uma crença enraizada dentro de mim. Claro que já consegui imensas ferramentas para lhes dar a volta, e claro que já consegui implementar novos pensamentos que me impelem a agir mesmo apesar de ter este tipo de pensamentos, mas quero erradicá-los do meu subconsciente, transmutá-los, aproveitá-los, para que de toda a forma me sejam benéficos.

Mas desmitificando toda aquela rede de pensamentos:

Primeiro, absolutamente nada é certo ou errado! Tudo é bom, nada é mau – tudo contribui para o nosso crescimento, logo que ponhamos essa postura, claro. Desta forma nunca erramos ou falhamos, pois tudo são lições que nos fortalecem e impelem a subir.

A culpa é o pior que podemos sentir. É um sentimento que nos leva a um processo de bola de neve – faço, depois culpo-me; vou voltar a fazer, porque não aprendi a lição (a culpa anulou a tomada de consciência), vou culpar-me ainda mais; vou fazer mais, e vou culpar-me mais ainda, e por ai…

Mas claro que o nosso Ego é muito esperto, e nos tenta enganar até com o que já sabemos. Se não estivermos atentos podemos usar tudo o que já “aprendemos” para nos enganarmos em vez de crescermos.

A culpa também é uma decisão nossa – tenho duas escolhas: ou decido aprender com a situação/experiência, ou então decido que não quero aprender, e culpo-me.

Portanto, eu tenho sempre a escolha – a desculpa de não agir com medo de me culpar depois é treta e não serve.

Segundo, a mudança é sempre para melhor – o importante é mudar! Quando achamos que temos algo a perder é porque já perdemos tudo – começamos a apegar-nos ao que achamos que já conseguimos, começamos a deixar o medo tomar conta de nós, deixamos as oportunidades passarem por nós – já perdemos.

Se o processo natural da vida é a Evolução progressiva que sentido faria que a “tarefa” seguinte fosse tão pesada que não a conseguíssemos aguentar? Só não conseguimos executar ou aguentar aquilo que realmente não queremos, seja por que motivo for.

Não vejo uma planta com medo de crescer por medo de não ter estofo para aguentar o seu auge - a sua flor…ou com medo de não conseguir suportar o seu fruto…

O percurso normal da Natureza é a Evolução! Todas as lições por que passamos são o acrescento em competência para a execução da tarefa seguinte.

E a última, mas não menos importante, que se cruza com o que os outros vão pensar de mim. Esta é de certo a desculpa mais ridícula de todas. Nós somos os nossos maiores inimigos! Somos nós que nos limitamos, criticamos, julgamos, e depois pomo-nos numa postura de centro do mundo, achando que todos estão tão preocupados e centrados na nossa existência!

Então achamos que queremos parecer bem aos olhos do outro, para que ele continue a gostar de nós, mas isso só mostra a nossa falta de amor próprio, pois se nos amassemos não procuraríamos a aprovação no exterior.

Mas temos a escolha – podemos decidir que somos os nossos melhores amigos e tratar-nos como gostaríamos de ser tratados: com Amor.

Se eu quero receber Amor preciso Ser Amor!

Tudo o que possamos arranjar como justificação para não Evoluirmos não passa de Desculpas…

Obrigado!

 

Elisabete Milheiro

elisabete@solucaoperfeita.com

 

 

 

 

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