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A liberdade é um conceito que eu própria demorei muito tempo a entender. Por um lado, eu conseguia perceber facilmente que liberdade não é uma coisa de fora para dentro, isto é, não tem a ver com fazer o que me apetece, poder ir onde quiser ou poder fazer o que quiser. Isso é liberdade.

Mas não é a verdadeira liberdade. Se por um lado eu tinha facilidade em entender esse conceito, por outro lado foi muito difícil para mim entender o que significava a expressão:

- "A liberdade de se ser quem se é."

Na minha cabeça, as pessoas eram quem elas eram. Qual a dúvida? Mas depois de um tempo eu comecei a perceber que não era bem assim. Comecei a perceber que as pessoas deixavam de fazer as coisas em que acreditavam por causa dos outros, para não magoar, para não falhar, para não desiludir, para que não perdessem, e foi aí que começou a confusão.

É um assunto dual, extremamente dual. Eu não quero magoar os outros, eu não quero ser um agente da perda dos outros, não os quero desiludir, não os quero ferir. Isso é um facto, nem tem discussão. Mas posso magoar-me a mim, afastar-me da minha energia - e como consequência, atrair perda para a minha vida? Não quero ser agente de perda dos outros mas posso ser agente da minha própria perda?

Por um lado, eu não posso prejudicar ninguém, por outro lado eu tenho de ser quem eu sou. Ora, conciliar isso tudo é muito difícil. É óbvio que eu não sou só uma coisa, por isso, eu posso, das coisas todas que eu sou, conseguir ver qual delas é que não magoa ninguém, não provoca perda. Até aqui, pacífico. Mas há uma questão mais complexa: a dependência emocional. Imagine uma pessoa que depende emocionalmente de nós, uma pessoa que não tem vida, uma pessoa que precisa de nós para estar, precisa de nós para ter opiniões, bom, precisa de nós para tudo. E nós começamos a sentir-nos sufocados, certo? Porque não conseguimos ser livres, não conseguimos fazer as coisas que acreditamos que devemos fazer porque temos sempre medo que a pessoa sofra pela nossa ausência. Vai haver uma altura em que a vida vai encarregar-se de nos colocar em situações em que nós vamos ter que provocar a perda naquela pessoa, para que ela deixe de ser tão dependente emocionalmente. Então é óbvio que não é por mal, não é com má intenção, mas é neste momento que a maior parte das pessoas se confunde. A filha que quer ir viver sozinha fica mais uns anos em casa para não magoar os pais, o homem cujo casamento já acabou fica casado mais uns tempos para não magoar a família. Quem ganha? Quem perde? Será que neste caso não é necessário que a pessoa seja livre para ser quem é, e quem tem dependências emocionais encontra aqui uma grande oportunidade para se curar delas?

É necessário aqui um grande equilíbrio. Não devo procurar ser quem eu sou se prejudicar alguém, mas também não posso deixar-me prejudicar pelas dependências das pessoas. Eu só vou ter uma única oportunidade de ser quem eu sou nesta vida. Na vida passada fui uma coisa, na próxima vida serei outra, então esta vida é a única em que vou ter a oportunidade de ser livre para poder ser quem eu sou desta vez, e isso eu não posso desperdiçar. Claro que posso tentar conciliar, posso tentar fazer o possível por não magoar ninguém, mas tenho também que ter cuidado com as possíveis situações de dependência emocional que são insustentáveis. Se não formos nós a dar um basta nesta situação, um dia a vida vai vir e vai dar. Da pior forma.

A violência é proporcional à resistência. Quanto mais eu resistir, quanto mais eu me privar de ser livre para manter uma situação de dependência, mais brutal e dolorosa vai ser esta rutura que a própria vida vai proporcionar. Então, às vezes mais vale eu ser livre para ser quem eu sou e fazer algumas ações que às vezes até podem magoar pessoas mais dependentes emocionalmente de mim, mas eu vou estar a ser sempre mais suave do que a vida. Porque a vida quando vem, ela vem mesmo.

Como diz Jesus:

- A liberdade de seres quem és é o único formato que tens de diminuir as perdas, tuas e dos outros. É um formato em que evoluis, ajudando o outro a evoluir - ao ensiná-lo a respeitar quem é e quem és. A liberdade de seres quem és é o início de tudo

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