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Não há nada de mal em apreciar um bom vinho. Não há nada de mal em saborear um bom chocolate! Em ter uma bela noite de Amor com o companheiro; em observar o pôr-do-sol; em viajar; em navegar pela internet, e por ai…Mas qual é a intenção com que o fazemos? O que vamos à procura quando o fazemos?

Eu tenho a tendência de querer eternizar momentos; cada vez me apercebo mais disso. Rotulo uma situação como prazerosa e quero eternizá-la. Como comer um bolo saboroso – ele está a saber-me tão bem que eu quero continuar a receber esse prazer, e então isso desperta-me o continuar a comer, para retirar mais prazer…aí já estraguei tudo…já deixei de sentir, pois a partir daí a relação com o objecto exterior está deturpada.

Aí eu esqueço-me que o prazer sou eu que o defino, é o meu estado de ser, é uma forma de estar, e não algo que vem de fora. Todos nos já sentimos isto com certeza: quando não estamos bem não há nada que se torne prazeroso. Podemos ter o melhor e mais belo jardim à nossa volta, e não conseguimos ver a sua beleza. Podemos ter o maior banquete e não saboreamos o seu requinte. Podemos ter a melhor experiência nas nossas vidas e não a conseguimos ver, pois tudo tem a ver connosco, e não com o que está à nossa volta. Quando não estamos bem, nada está bem à nossa volta, vamos sempre ver tudo deturpado, vamos ver como nos sentimos – mal.

Tive há pouco tempo uma experiência que me mostrou isso – comecei por alimentar um pensamento de raiva em relação a uma pessoa, num momento em que não estaria bem com certeza (pois quando estamos bem não vamos sequer dar valor a pensamentos que não nos são benéficos); esse pensamento, uma vez que lhe dei alimento voltou outras vezes, é como um cão que recebe alimento num determinado lugar, ele acaba sempre por voltar lá, assim também o pensamento voltou, até se tornar um padrão viciado. Depois para sair desse padrão teve que haver uma experiência que me espremeu de forma a me libertar de toda essa energia que tinha criado em volta dessa pessoa. Claro que não há nada exterior a mim que me faça sentir alguma coisa, sou eu que decido o que quero experimentar, e o que eu decido tem a ver com a consciência que tenho das coisas, com as minhas crenças, preconceitos.

Mas aí foi a oportunidade, a grande oportunidade. Lembro-me de pensar: “ok, óptimo, deitei tudo cá para fora! Agora não vou alimentar isto de novo! Agora vomitei, não vou engolir o vómito de novo!”

E aproveitei aquela libertação para começar a alimentar pensamentos benéficos para mim em relação à outra pessoa. No fundo seria apenas uma raiva contra mim mesma, uma falta de aceitação de mim mesma, que apenas transpus para fora de mim, tal como tenho a tendência de procurar o prazer fora de mim, também tenho muitas vezes a ilusão de que é o exterior que me causa raiva.

Mas é impressionante como tudo mudou! A outra pessoa mudou completamente a sua postura. No fundo quem mudou fui só eu, mas ao mudar alterei não só o meu sentimento como tudo o que estava à minha volta, pois aí está a criação da nossa realidade! E isso é uma escolha nossa. Tudo bem que há padrões que estão viciados, mas o facto é que a vida, generosa como é, nos dá experiências de libertação para conseguirmos nos livrar desse padrão. Quando estamos libertos temos a escolha, a oportunidade de mudar, de decidir alimentar novos pensamentos – os que nos fazem sentir bem!

Apesar de tudo, a escolha é sempre nossa.

 

Obrigado

Elisabete Milheiro

Metamorfose Real

elisabete@solucaoperfeita.com

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