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Muitas vezes reagimos por medo da resposta do outro.

Centramo-nos de tal forma em nós mesmos que não conseguimos ver a outra pessoa como nós – com sentimentos, emoções, bloqueios, crenças, respostas automáticas, e, apesar de não querermos ser julgados, criticados e rotulados, é isso que fazemos aos outros.

 Quando não os conseguimos ver como uma réplica de nós, com exatamente as mesmas características do que nós (e também cheios de medo), acabamos por nos colocar no centro do mundo e nos tomarmos como as vítimas de tudo.

O outro agride-me, ofende-me, afasta-me, quando no fundo ele está a sentir o mesmo que eu: medo da rejeição – então é o primeiro a rejeitar.

Quando nós sentimos que não vamos ser rejeitados então aí já nos podemos abrir, ser sinceros e mostrar quem somos.

Mas quando desconfiamos que podemos ser julgados, criticados – atacados – fechamo-nos, só mostrando parte do que sentimos (o suficiente), mas sempre com uma postura de defesa, para não nos magoarmos.

Acabamos rotulando situações, pessoas, lugares, como ameaças, que exigem a criação de defesas, e são essas defesas que não deixam entrar tudo o resto. Deixamos de sentir os prazeres da comunicação, do envolvimento, da sociabilidade, porque os nossos filtros não deixam entrar nada – o medo do ataque, da rejeição e consequente desilusão, é tão grande que criamos uma carapaça, que nos afasta da vida em si, que nos afasta de tudo o que existe, pois é na interação (com tudo o que nos envolve) que se encontra a vida: a felicidade, o amor, a serenidade, a compaixão, a riqueza.

É preciso limpar a ideia de que o que nos é exterior é uma ameaça. Quando algo mexe connosco é uma bênção – está nos mostrando que há uma ferida aberta ali, que precisa ser tratada. Mas nós o que fazemos? Escondemos a ferida, e ela vai alastrando.

Precisamos tratar as nossas feridas, e para isso precisamos agradecer a quem nos mostra onde elas estão; em vez de direcionar a dor que sentimos para a outra pessoa, como se ela fosse a causa. Faz lembrar os animais quando estão feridos: nós queremos ajudar e se for preciso ainda levamos uma dentada… E muitas vezes ainda comentamos connosco mesmos: Eu só queria ajudar, e ainda me mordeu…ele não entendeu que eu queria ajudar; é por ser uma animal irracional…

Mas nós humanos fazemos a mesma coisa, e nem damos conta disso. Mordemos para não sermos mordidos primeiro; atacamos para não sermos atacados primeiro; e depois chamamos irracionais aos outros…

Quando tomamos consciência de que o fazemos, e aceitamos, temos aí a chance de mudar.

Não há nada exterior a nós que nos possa magoar, fazer mal. Tudo o que sentirmos é porque está, já, lá dentro, e o outro só nos mostra isso. O outro espreme-nos, e como numa laranja se for espremida só pode sair sumo de laranja (não vai sair sumo de limão, ou vai?), em nós só vai sair o que lá estiver.

Obrigado.

 

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Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 26 junho 2012 às 15:18

Olá Querida Mafalda, sim, muitas vezes esquecemo-nos que o outro é apenas o nosso espelho, uma extensão de nós, um reflexo. Ainda caímos muito naquela forma antiga de ver o outro - como diferente, distante, não fazendo parte - e além disso, até, como uma ameaça. Mas essa forma está desajustada agora, não há como fugir mais - somos um só, e enquanto não agirmos para o bem de todos, sentiremos as consequências da nossa distância. Ninguém está a falar de altruísmo ao extremo; mas nós sempre receberemos de volta aquilo que enviarmos - pois o outro nada mais é do eu mesma, portanto a minha acção é direccionada para mim mesma. Claro que de nada nos serve colocar mais uma máscara e começar a fazer "bem" a toda a gente, como forma de nos redimirmos, quando no fundo estamos cheios de raiva, ressentimento, ciume, inveja - só o cheiro é que muda, o resto é o mesmo. È necessário limpar, tal como limpamos a nossa casa para que haja lugar para colocar o novo. Obrigado pelo teu comentário querida. Bjs

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 26 junho 2012 às 14:37

Minha querida, muitas vezes esquecemo-nos da fragilidade do outro, e de que também "ele" tem medo, fraquezas e limitações. É mesmo verdade que só nos lembramos de nós nos momentos de fraqueza, afinal somos todos espelhos uns dos outros. Obrigada por esta partilha, gostei mesmo muito, obrigada, beijinhos.

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