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Toda a pessoa é um instrumento de si própria, que pode e deve viver, continuamente, um processo de mudança, de forma a gerar desenvolvimento pessoal e social.

Este processo dinâmico do SER PESSOA passa por sabermos quem somos, o que queremos da vida e para onde nos dirigimos. Tornar-se pessoa é a grande tarefa a realizar pelo ser humano, que implica a mobilização de todas as energias (conscientes, subconscientes e inconscientes). A pessoalidade é o centro do humano, daquele ser humano sempre inacabado, cuja obra do tornar-se pessoa não pode terminar ao longo de toda a sua existência.

A maior parte das vezes usamos “máscaras” sobre o nosso verdadeiro “eu” e representamos papéis que disfarçam a nossa pessoa real. Somos fingidos e pouco ou nada autênticos, anulando o autoconhecimento e destruindo toda a possibilidade de uma profunda auto e heterocomunicação honesta e sincera.

Por vezes, já nem conseguimos distinguir o que somos daquilo que aparentamos.

Temos medo de dizer aos outros quem somos, temos medo de nos revelarmos, e tentamos fugir, até de nós próprios.

Crescer como pessoa equilibrada e autêntica implica manter a harmonia entre “interioridade” e “exterioridade”, já que a dimensão pessoal pressupõe características/atributos de confiança, transparência, autenticidade, capacidade de abertura, disponibilidade, diálogo, iniciativa…

Ser pessoa em pleno funcionamento, pessoa auto realizada, pessoa inteiramente humana, exige uma renovação tão nova quanto um novo dia; exige uma mudança interior; exige capacidade de AMAR.

A “interioridade” implica autoaceitação, autoestima, autoconfiança, e a “exterioridade” implica esta abertura ao interior, mas também às vozes do mundo exterior e à prontidão integral de dar e receber amor.

Só um(a) Homem/Mulher aberto(a) a tudo funciona livremente com todo o seu potencial, harmonizando-se em todos os aspetos, entrando no caminho do crescimento, que é o destino do Homem todo e de todos os homens.

Só quando o meu mundo exterior reflete verdadeiramente o meu mundo interior, é que eu atinjo o sentido da autenticidade como pessoa, que se realiza no “encontro” com o outro.

É através do encontro do “Eu” com o “Tu” que o “Nós” se torna possível.

O outro já não é um “ele” ou uma “ela”, mas torna-se um “tu” sensível e próximo do meu “eu”, permitindo a partilha de realidades e intimidades. Há como que uma espécie de fusão, apesar da alteridade. Há uma relação dialógica que se estabelece entre o “eu” e o “tu”, que pressupõe que o “eu” se conheça, se identifique consigo próprio, se diferencie dos outros e reconheça no “tu” uma outra identidade, outras necessidades, outros valores, outras potencialidades e outros limites/defeitos.

Uma boa relação humana passa pela capacidade de saber relacionar-se qualitativamente consigo próprio, com os outros, com o Universo que o rodeia e com Deus.

Neste jogo de dimensões inter e intrapessoais constrói-se a capacidade social de “saber ser” e “saber estar com…”, tão necessária à vida neste mundo pós-moderno, em que há que aprender a viver com serenidade, com tranquilidade e clarividência a fim de não sermos por ele devorados numa atitude permanente de transformação, desenvolvimento e autenticidade.

Obrigada

Mafalda Carvalho

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