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Tu não és ninguém! Só serás alguém na vida quando tiveres a tua casa, o teu carro, o teu marido, o teu emprego, aí sim, serás alguém (…)

Quando era adolescente ouvia isto constantemente, e inconscientemente iniciei uma corrida para conseguir concretizar tudo isto, porque de alguma forma queria provar que conseguia ser alguém na vida.

Enquanto não tinha nenhuma delas, o vazio estava lá, mas havia ainda a esperança de o alcançar.

Com o tempo consegui alcançar algumas delas, mas a sensação de vazio era cada vez maior. Aliás, cada vez me sentia mais confusa, mais impotente; o meu dia-a-dia era governado pelo medo.

Já tinha conseguido fazer aquilo que eu chamava de dar uma bofetada de luva branca a quem me dissera que eu nunca seria capaz de o alcançar. Era a raiva que me tinha movido todo esse tempo.

Mas, o facto de ter uma graduação, ou um carro, ou um namorado, não me tinha feito sentir melhor, muito pelo contrário, cada vez me sentia mais vazia, pois se seria isso que faria de mim alguém, então porque me continuava a sentir desajustada, desmotivada, desesperada? 

Nenhuma dessas coisas exteriores a mim me fizeram sentir alguém…

Mas continuava apegada a elas, pois inconscientemente achava que isso fazia de mim alguém. Quem sou eu? Sou licenciada em…, namoro com…, tenho o carro da marca…, tenho uma casa em …, etc.

Pois se eu não tiver nada disto, Sou quem?

É como que se essas “aquisições” me definissem, definissem que eu sou alguém. E se eu perder isso então sou o quê?

Continuamos a correr atrás daquilo que não queremos, pois de alguma forma ainda acreditamos que precisamos de ter algo exterior a nós que nos defina, que nos dê valor, que nos confira um rótulo, um estatuto, uma condição, quando no fundo, nascemos sem “nada”, e quando morrermos “nada” levaremos.

Não há nada de errado em ter uma graduação, um carro, um namorado, ou toda a Riqueza que conseguirmos adquirir. Mas se eu DEPENDO disso para “existir”, então é preciso questionar-me de Quem Sou Eu afinal…

Enquanto não entendermos que tudo o que procuramos lá fora está exatamente aqui dentro, tudo que “caia nas nossas mãos” transforma-se em nada.

Tudo o que precisamos está dentro de nós – o Amor, a Compaixão, a Serenidade, a Felicidade, a Plenitude.

Se tivermos consciência disso deixaremos de usar as coisas exteriores como uma droga.

 

E aí conseguiremos apreciar, usufruir, sentir, saborear, toda a Beleza que nos é oferecida, a cada momento, por este Universo Grandioso.

Elisabete Milheiro

Metamorfose Real

elisabete@solucaoperfeita.com

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Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 14 março 2012 às 21:44

Muito Obrigado amiga, pela tua partilha e por esse sorriso fantástico! Obrigado! Sim, quando nos apercebemos que não somos os únicos sentimo-nos mais libertos, podemos tirar as máscaras, mas há umas que são muito pegajosas! hehehe! Bjs amiga.

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 14 março 2012 às 15:38

Estou super contente...está tudo a correr melhor que eu esperava. As "dificuldades" tornaram-se em oportunidades, o que parecia ser mais difícil tornou-se muito melhor, vou conseguir o que tanto quero com menos "esforço" económico e físico. Realmente corrermos atrás do que queremos em vez do que não queremos mostra-nos que afinal não é preciso nada de transcendente para termos aquilo que merecemos.

Eu também sinto às vezes que estou mais à frente que os outros e depois a vida mostra-me que não é assim, tenho medo, limitações, fraqueza, preguiça, egoísmo, enfim, características humanas. O Universo coloca tudo no meu caminho de bom e de menos bom para me equilibrar. É bom saber que não estou sozinha neste caminho de evolução, com recuos e avanços.

Obrigada querida

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 14 março 2012 às 14:41

Obrigado pelo teu comentário amiga! Sim, sinto-me muito diferente, é verdade, não há dúvidas. O que eu já consegui ninguém me tira, mas o trabalho interior é a cada dia, a cada hora, a cada momento. O que já fiz já está feito, tanto o que acho que foi bom, como aquilo que eu acho que foi menos bom (que no fundo tudo é bom, tudo é para a nossa evolução), mas não vivemos daquilo que já fizemos, tanto em relação ao "bom" quanto ao "mau". Isto é muito importante. Agora que estou a reflectir mais a fundo sobre isto, muitas vezes usamos aquilo que já fizemos para justificar o que decidimos fazer no momento. Se eu fiz algo de que me senti mal, por exemplo, não usei as ferramentas e embrulhei-me no medo, então a tendência é usar essa "falha" para continuar a alimentar o mau estar, em vez de tomar consciência de que se não fiz até agora, posso simplesmente escolher agora aplicá-las. E o mesmo acontece ao contrário, se fiz algo que me deixou orgulhosa, por exemplo apliquei as ferramentas e utilizei a energia do medo a meu favor, então vou tomar isso como uma garantia de que já consigo tomar conta do assunto e vou desleixar-me. Sim, claro que podemos usar isso para nos impulsionar para a frente, agradecendo por aquilo que conseguimos (e precisamos igualmente agradecer mesmo as vezes em que "não conseguimos", pois essas são "abre olhos")! Mas há uma linha muito ténue que divide o sentir-me grata por ter conseguido e o sentir-me mais do que os outros ou do que as experiências. As duas são formas de desculpa para não evoluir: uma por me embrulhar na culpa, e outra por me embrulhar na arrogância. Mas só tomando consciência disto posso mudar, por isso amiga, obrigado por teres despertado esta reflexão em mim! A partilha é mesmo uma benção. Obrigado!

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 13 março 2012 às 15:13

Parabéns amiga, este artigo tem tudo a ver contigo, não querendo dizer que também não possa servir para qualquer um de nós. Mas, ao ler este artigo, lembrei daquela Elisabete que eu conheci, cheia de medo e sempre a defender-se. Tens feito uma fabulosa evolução que tanto nos contagia.

Obrigada, beijinhos

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