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Como sair da depressão? O que posso fazer agora para me sentir bem?

Como sair da depressão?

O que posso fazer agora para me sentir bem?

Cada um nos vive de acordo com as suas próprias crenças. Se o que estou a viver não me proporciona bem-estar, preciso mudar as minhas crenças. Mas mudar o quê? E como? Estas perguntas somente têm lugar quando ainda não admitimos que a nossa forma de pensar e de decidir criou a realidade que estamos a viver. É a forma de pensar que decide as escolhas que cada um faz. E cada escolha desencadeia uma consequência.  A vida que vivo neste momento é resultado das escolhas feitas no passado. A forma como escolho agora fazer vai determinar o resultado de amanhã. Assim, é importante começar por decidir agora estar bem apesar da situação aparente.  Decidir assumir a responsabilidade pela situação atual é a condição para se dar o salto quântico dessa realidade.

Não importa se vivemos neste momento em quebra financeira, ou se vivemos a dor da experiência de uma doença crónica. Ser responsável é sintonizarmo-nos com a nossa verdadeira essência universal, entrar no fluxo da vida que é a habilidade natural das soluções perfeitas e criativas, assumindo em consciência o comando e controlo da própria vida. Na verdade, a escolha é um direito assim como a responsabilidade de arcarmos com as consequências.

 É importante não confundir responsabilidade com culpa. A culpa mantem-nos na escravatura da ego-esclerose ou vitimismo, separando-nos da nossa verdadeira dimensão divina. Responsabilizar é assumir as rédeas da nossa vida e a verdadeira dimensão divina herdada à nascença. Ser-se responsável é ser-se livre. É ter a consciência do seu poder de escolha e escolher de forma consciente as reações do mundo em nossa vida. 

Agora ficou claro quanto é importante ter a consciência que tudo é consequência de uma escolha nossa. Mesmo quando afirmamos “Eu não escolhi esta doença”, “Nem tão-pouco viver atascado em dívidas!”... Sabemos que foi escolha nossa dar o poder aos outros de decidirem por nós ou foi escolha nossa tomar a decisão de não decidir nada. 

Às vezes deixamos que a ignorância fale mais alto e queremos nos convencer que é sorte ou azar ou obra do acaso ou ainda ser da vontade de Deus tudo o que nos acontece de mal na nossa vida. Se é verdade que durante muitos séculos, tanto por ignorância como por outros interesses muitos foram os que, em nome de “Jesus”, apregoavam que o vitimismo e o sofrimento era da vontade de Deus para remissão dos pecados.  Embora esse mestre “O Nazareno” tivesse ensinado uma verdade bem diferente, (o reconhecimento da verdade que Deus é a essência de cada ser humano, e, portanto, o seu poder e sabedoria envolve cada homem e mulher deste planeta).

O paradoxo é que em vez de procurarmos verificar a verdade dos factos, preferimos optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítima que nos faz sentirmos-nos coitados. Numa espécie de hipnose psicótica que nos mantém estagnados na inércia perante acontecimentos que consideramos difíceis e sobre os quais não queremos ter nenhum controlo ou responsabilidade. Parece natural que em situações difíceis procurarmos a compreensão e o C.D.M. (coitadinho de mim), em vez de assumirmos a responsabilidade com coragem e determinação.  Embora o activista da nova era, se não estiver bem atento, pode cair no egoísmo de confundir aceitação com comodismo. E perante certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam o seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou "Não aconteceu porque não era para ser”, “lavando as mãos como Pilatos”.

A depressão anda de mãos dadas com a ego-esclerose e o vitimismo é uma falsa ilusão dos sentidos.

As ignorâncias infelizmente têm perpetuado o vitimismo. Havendo milhares de organizações de apoio a essa cegueira por todo o mundo, engrossando a cada dia que passa aos milhares o seu caudal.

Onde é que a depressão resulta em vitimismo?

A vitima não é só quem se acomoda ao C.D.M. ou à necessidade de ser maltratada (doença adição), (num artigo sobre vitimismo essa epidemia será esclarecida, de uma forma abrangente. Qualquer explicação fora da visão das várias vertentes pode levar a equívocos devastadores). Também aqueles que preferem revoltar-se e procuram mostrar a verdadeira realidade dos factos são vítimas. Reagir com complacência ou revolta é preservar uma atitude de vítima. É não assumir a responsabilidade pela situação que está a experimentar.  O "vitimismo" é sem dúvida o maior obstáculo ao progresso da humanidade.

Se a tua vida não flui como desejas; se apesar do esforço que despendes não encontras resultados satisfatórios na tua vida, a Saúde Integral pode ser uma solução. O importante é fazeres a pergunta a ti mesmo: O que posso fazer agora para me sentir bem? Escuta a tua voz interior.  Será que queres verdadeiramente responsabilizar-te pela tua vida ou preferes que sejam os outros a escolher por ti?

Aguardo as tuas questões.

Atenção, a palestra é aberta a todos.

António T. Fernandes 

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Comentário de APARECIDA SANTOS em 20 dezembro 2016 às 1:16

MUITO BOM ARTIGO.

Comentário de jose gentil cardoso vieira em 9 dezembro 2016 às 0:12

maravilha  Antonio.

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