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Tomei consciência de uma coisa fabulosa; graças a Deus as coisas estão sempre a mexer, a mudar.

Sempre tive a tendência de me apoiar nas pessoas. Achava que sozinha não era capaz. Mas acham que eu assumia isso? Sempre disse ser independente e que não precisava de ninguém. Apenas achava normal, ou melhor, obrigatório, ter uma amiga a quem chamasse de melhor amiga, ou ter um namorado com quem pudesse contar para tudo, que me apoiasse nas minhas decisões, que tivesse os mesmos gostos do que eu e me acompanhasse nas coisas que eu gostasse.

Parte da minha vida foi procurar essas pessoas, sem nunca as encontrar. Havia sempre “defeitos”: umas não gostavam do mesmo que eu, outros até tinham algumas desses critérios, mas eram feios, etc. Sempre havia um defeito qualquer.

Mas, eu tinha de ter alguém, tinha de haver uma muleta, onde me apoiar, e não havendo o apoio perfeito, o que estivesse mais próximo servia, até que pudesse encontrar o perfeito.

Mas acham que eu via isto em mim? Não, claro que não… No fundo era isso que eu via á minha volta. Pessoas casadas por conveniência. Relacionamentos que já tinham morrido há tanto tempo, mantidos só para não haverem chatices, etc.

E a essas muletas, que ainda me dava ao luxo de considerar de provisórias, não as podia contrariar, o medo era tanto de as perder. Se houvesse algo que me incomodasse eu não dizia; se houvesse algo que não me apetecesse, eu fazia na mesma; se eu não gostasse, dizia que gostava, só para não parecer mal…tal era o medo de perder a muleta.

E quando mexeram com as minhas muletas? Quando elas deixaram de estar ali? Foi uma sensação de desequilíbrio, faltava mesmo alguma coisa, uma sensação de desorientação, de cambalear.

E agora, em quem me vou apoiar?

Eu, que nunca fui assertiva com elas com medo de ferir? Mentira! Nunca fui verdadeiramente amiga, namorada, companheira, pois nunca fui honesta, nem comigo, nem com elas, e não agi na altura certa.

Com as outras pessoas eu era honesta, e ás vezes até rude de tão assertiva que era. Por isto achava que não tinha problemas de dependência com as pessoas. Mas às muletas – a essas não haviam palavras de controvérsia, e mesmo que houvessem seriam apenas para chamar a atenção, e logo seria reposta a postura de aconchego.

Não falo isto para me culpar, criticar ou julgar, mas com uma enorme surpresa, e até fascínio, por conseguir olhar para mim, para trás, e ver-me, ver as formas como agi, e saber que não é assim que as coisas funcionam e que não preciso agir mais assim.

Sei que Amor nada tem a ver com necessidade, atenção. Amor está em todo o lado, tudo é amor, e essencialmente eu sou amor. Portanto eu não preciso de o procurar fora de mim, ou achar que preciso de uma muleta para caminhar. Posso ter amigos, pessoas que tenham os mesmos objectivos que eu, posso ter um companheiro que tenha os mesmos objectivos que eu, mas é apenas isso; pois todos precisamos uns dos outros para evoluir, mas usar algo exterior a nós, como uma droga, isso só nos causará sofrimento, pois tudo está sempre a mudar, e as nossas drogas mudarão de lugar.

Podemos também começar a arranjar outras drogas, para colmatar as faltas das outras, cada vez que elas se movimentam. Mas então, isso é vida? Sempre inseguros do consumo das nossas drogas? Meu Deus…Sim, parece uma forma forte e rude de falar, mas é verdade, e precisamos chamar as coisas pelos nomes.

Tomar as rédeas de nós mesmos, Amando-nos, Aceitando-nos, Agradecendo por tudo que recebemos a cada momento, viver um momento de cada vez – só assim faz sentido. Confiar de que sempre tenho tudo o que preciso a cada momento, se não fosse assim não faria sentido!

O Universo é Sábio, eu confio e deixo-me Guiar. Obrigado.

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Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 17 julho 2012 às 17:28

Olá Salma, Obrigado pela tua partilha querida. Só posso acrescentar que no fundo tudo vai dar ao mesmo. Ser-se muleta ou precisar-se de muleta, pois a experiência, seja ela qual for, sempre nos levará ao mesmo lugar - para dentro de nós mesmos. Uns consomem álcool, outros usam heroína, outros precisam de pessoas, outros de Internet, outros de telemóvel, outros de jogos, outros de sexo, a droga não importa, o que importa é o facto de não se saber lidar com as nossas emoções e sentimentos. No fundo é um desajuste daquilo que temos como verdades em comparação com a realidade, que está em continua mutação progressiva. Não há nada de errado ou mau, são experiências. Devemos cometer um erro novo todos os dias - mas aprender com ele claro.

O fim da questão remete sempre para nós mesmos. Não importa de que forma se reveste a experiência, ela sempre nos mostra quem nós somos.

Obrigado amiga! Bjs

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