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Já reparou que às vezes tem coisas na sua vida que o enchem
de alegria? Situações inesperadas e felizes, ou a concretização de
assuntos pela qual esperou tanto tempo? Já notou que às vezes,
nem que seja por breves momentos, é extremamente feliz?

 
E o que é que faz com essa felicidade toda? Aproveita-la ao
máximo? Goza essa felicidade? Aproveita para sentir, sentir,
sentir, de forma a equilibrar com aqueles dias menos bons que
passou a chorar? O que é que faz com essa alegria toda?

 
Vai a correr contar a alguém. Não consegue viver primeiro
intensamente só para si. E já reparou que essa pessoa à qual
conta nunca lhe devolve a mesma energia? Já notou que ela, como
não está dentro do assunto, se limita a ficar contente por si quando
fica? Vai contando, e como a pessoa não se anima, acha que o
problema é dessa pessoa, e conta a outra que também não se
anima, e você, vai murchando, murchando… chega uma altura em que
quem já não se anima é você próprio. O que é que fez de errado? 

Esvaiu essa energia. Dispersou-a com os outros. Não a guardou
para si, para o encher, para o iluminar. Se reparar bem, nunca
guarda nada para si. E depois culpa os outros que não se animam
com as suas coisas, que não o entendem. E chega uma altura em
que, como eles não se interessam, já nem você se interessa. 

Aprenda uma coisa: às vezes temos de guardar algo só para nós. É
como se fosse um segredo. Ou, pelo menos, por um tempo. Só para
nós. Aproveite, anime-se, interesse-se. E fique com essa energia. Às
vezes parece que vai explodir. Mas fique. Esse é o seu alimento
energético. Esse é o seu alimento de luz. 

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Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 22 junho 2012 às 18:08

Obrigada minhas queridas pelas partilhas. Beijinhos.

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 22 junho 2012 às 15:39

Olá querida Mafalda, estava revendo algumas imagens quando lia a tua partilha. Lembro-me de muitas vezes me sentir mesmo muito contente, quando algo que eu considerava bom, me acontecia,e também queria partilhar com toda a gente. Ainda há bem pouco tempo aconteceu-me uma engraçada - eu tinha encontrado uma fórmula extraordinária para o cabelo (que inclusive partilhei no grupo da saúde e beleza), e fiquei tão excitada que saí por ai contando a toda a gente! Eu nem queria acreditar no ar das pessoas, e das perguntas parvas que ainda recebia em troca, do género - então mas e isso serve para quê? E o ar de Então e mas porquê esse contentamento todo? 

Claro que ao fim de um tempo também comecei a sentir esse baixar de energia, mas acabei percebendo que também não estava em equilíbrio, estava era eufórica, e o facto de querer mostrar isso a toda a gente de alguma forma procurava que me elogiassem, que me dessem a sua energia em troca, procurava uma troca, mas quando percebi isso (e que o que eu acho o máximo, não tem de ser o máximo para os outros), o que fiz? Comecei a usufruir do meu achado, mas de forma mais suave, mais calma, e continuei fazendo as minhas experiências, e posso partilha-las, mas sem esperar grandes festas, pois nem tem de haver grandes festas! Porque é que o outro tem de fazer uma festa? Eu não sei valorizar sozinha o que estou sentindo? Preciso de alguém para me dizer que eu sou o máximo? Preciso que alguém se junte a mim? Preciso do apoio de alguém, da valorização, consentimento? Não.

Fazemos isso por baixa auto-estima. Quando acreditamos que realmente algo é bom, e sentimos isso, não precisamos da aprovação dos outros.

E quantas vezes não fazemos isso como forma de boicote - sabemos que estamos recebendo algo de bom, ou que fizemos algo de bom, mas como os outros não valorizaram nós deixamos de fazer, mas isso foi uma desculpa que arranjámos! Isso é truque do nosso ego, e que nós decidimos alimentar, para nos distanciarmos do que nos faz bem!

E claro que posso partilhar isso com alguém, e acredito, que se não fôr com intenção de buscar uma troca da outra pessoa, que vou receber a verdadeira atenção que isso merece.

Obrigado amiga, é muito importante falarmos de nós - nós nunca ensinamos nada a ninguém; podemos despertar algo, se a pessoa estiver aberta e receptiva; mas os primeiros a usufruir disso somos nós, quando falamos de nós, libertamos o que está tapando a claridade, e damos espaço a que uma nova imagem se mostre! Bjs

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