O Ativista da nova era é uma comunidade de homens e mulheres de todas as raças e credos que em primeiro lugar querem melhorar suas vidas.

Badge

Carregando...

Membros

"A CIÊNCIA PARA FICAR RICO"

Para aceder ao livro "A Ciência para Ficar Rico" clique na imagem.

Dê uma oportunidade a si mesmo. Leia o Livro e dê um novo Rumo à sua Vida.

Publicidade!

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Música

Carregando...

Antes eu não tinha a consciência de que adiava as coisas. Muito menos tinha o conhecimento de que somos nós que criamos a nossa própria vida, através da vibração que emitimos pela decisão interior que tomamos. Então eu achava que afirmar apenas bastava, para que houvesse uma decisão. Mas não basta dizer as coisas da boca para fora, tem de haver um comprometimento, uma decisão, um envolvimento, um foco. E eu dizia que sim, que não queria adiar mais, e que chegava de perder tempo, mas no fundo era apenas uma frase, sem sentido, sem carga vibratória associada, pois o que sentia lá dentro, o que prevalecia eram os medos: o “não consigo”, o “e se?”, o “será que?”, o “mas e se?”, a dúvida…


E depois não entendia porque é que as coisas não se realizavam. E ainda ficava zangada com o Universo: o que é que ele quereria mais que eu fizesse??


Agora acho graça…é como ligar para alguém com um telefone mudo, por mais que se fale o outro não escuta!


Aqui era o mesmo, pois por muito que eu falasse, o Universo responde àquilo que eu sinto, àquilo que eu vibro; faltava ligar-me à frequência em que estou a enviar aquilo que eu quero e não aquilo que eu não quero. Vibrar com alegria, amor, realização – a maior parte das vezes vibro com medo – de não ser capaz, de não conseguir, de desapontar…como posso criar o que eu quero assim? Agora entendo esse poder, essa chave que falta – a vibração que emito quando sinto isso que almejo!


É estranho ter um sonho de que se tem medo? Sim, realmente é estranho…nunca pensei que isso sequer fosse possível…achei que um sonho é algo que se tem um imenso prazer em se imaginar, em se pensar, em se construir. Mas descobri que os meus sonhos me dão medo de concretizar.

Mas o Universo não me poderia dar algo que eu não pudesse resolver! Não faria sentido – este dilema!

 No fundo não tem nada de dilema – pois o medo não é nada daquilo que nós imaginamos que é, daquilo que eu imaginava que era. Eu até tinha medo do medo (Agorafobia), tinha medo de sentir medo, então não fazia as coisas com medo de vir a sentir o medo – essa sensação física de paralisação, de tremor interior, desespero, ansiedade…


E o que acontecia? Quanto mais eu cedia ao medo mais espaço ele ganhava…


Agora vejo que o medo é apenas energia, uma forma de energia, mas muito forte. Como diz um dos meus mestres: Ele assemelha-se a uma onda: ou pegamos na prancha (do Amor) e montamo-nos em cima dela, ou então vamos embrulhados nela! E é interessante quando nos damos ao direito de observar o medo, e tomamos consciência disso, dessa onda, que vem assim de repente, e das formas de lidar com ela: ou vamos embrulhados nela (deixamo-nos paralisar, petrificar, dominar), ou aproveitamos a sua energia e canalizamos para fazermos o que é necessário (fazer o que estamos com medo), ou então simplesmente não lhe conferimos valor, peso, observamos toda essa energia, temos consciência da onda e deixamo-la passar (mas ai não aproveitámos todo o seu potencial, ele foi de alguma forma desperdiçado).


Ouvi falar sobre isto vezes sem conta, até conseguir sentir isso. Acho que não queria largar a outra forma de ver o medo, pois esta responsabilizava-me pelo meu bem-estar – afinal nada justifica que eu esteja mal, e muito menos o medo, que é o combustível para pôr acção nas coisas? Mas que coisa, não me dão “abébias” mesmo nenhumas…


Somos os nossos maiores boicotadores – de todas as formas possíveis e imagináveis; conseguimos arranjar desculpas tão viáveis que começamos a acreditar nelas... Mas somos, também, os nossos maiores encorajadores – existe um poder inimaginável dentro de cada um de nós. Podemos escolher como usá-lo – para nos fazer sentir bem ou mal; para decidirmos entregarmo-nos á Vida ou então continuar a adiar, sobrevivendo num mundo (criado por nós mesmos – pelos nossos conceitos) de miséria, em todos os sentidos.


Nós temos a Escolha – a decisão é dentro de mim.


Estamos a tomar decisões a todo o momento - seja de agir, seja de não agir.
Obrigado!

Composto e postado por:
Elisabete Milheiro
Metamorfose Real
elisabete@solucaoperfeita.com

 

Exibições: 25

Comentar

Você precisa ser um membro de Ativista da Nova Era para adicionar comentários!

Entrar em Ativista da Nova Era

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 13 janeiro 2012 às 15:09

Obrigado pelo teu comentário querida. Obrigado! Bjs

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 12 janeiro 2012 às 18:04

É verdade amiga, tudo começa apenas com uma tomada de consciência. 

Parabéns, bjs

© 2019   Criado por Antonio Teixeira Fernandes.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço