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A expansão da consciência e a mudança da realidade financeira

A mudança da realidade financeira

No primeiro artigo introdutório sobre a expansão da consciência, vimos que de nada nos servia o conhecimento se não fosse posto em prática. Saber que tudo o que existe ao alcance dos nossos sentidos é feito de átomos, não faz com que
vejamos tudo como energia. Até porque os cinco sentidos com que orientemos a nossa vida, não têm essa aptidão.
Este é um artigo introdutório à mudança da realidade financeira. Destina-se somente a quem quer melhorar a sua realidade. Não estamos aqui para filosofar ou preencher um vazio com mais um texto. A realidade financeira de uma pessoa ou
de uma família, depende da consciência que existe sobre o dinheiro nessa pessoa ou grupo familiar.
Todos conhecemos histórias de pessoas que devastam fortunas e de pessoas que do nada fazem fortuna. Há quem prefira pensar que é uma questão de sorte ou azar. Outros falam de destino ou fado. A sorte ou azar ou acidentalmente é a teoria
dos ignorantes.

Outros falam de Karma.

O Karma é a lei da causa efeito, que também pode ser totalmente revogado com a expansão da consciência (teremos
um artigo totalmente destinado ao Karma e à fritura de suas sementes dentro do ciclo “a expansão da consciência e o fim do sofrimento”).

Todos temos consciência que muitas pessoas vivem com grandes dificuldades, vivem de forma miserável, carentes de tudo, incapazes de melhorar a sua qualidade de vida. Mas isso não acontece porque haja falta de bens essenciais para
que todos vivam na abundância. Isso só prova que, apesar de vivermos num mundo maravilhoso e abundante, por ilusão (ignorância) muitos não se conseguem alinhar com ele. É uma questão de consciência, a escassez resulta de não conseguir
enxergar o fluxo natural da prosperidade.

Hoje existem milhões de cursos e workshops com a finalidade de uma melhoria financeira e os seus participantes normalmente mais conseguem que uma grande desilusão.

É porque o curso ou workshop não é bom?

Na maioria das vezes são bons ou muito bons. Então porque é que normalmente se consegue uma desilusão?
Porque os intervenientes estão mais interessados em perceber do que em seguir as sugestões propostas. Já vimos no artigo anterior que de nada adianta saber que tudo é energia e como se movem as partículas subatómicas e que a ciência
moderna nos mostra que vivemos num universo de infinitas possibilidades. E até que o observador interfere no resultado, ou mesmo que se atrai o que se irradia, na mesma frequência e densidade.

Sem expansão da consciência todo esse conhecimento fica fora da realidade quotidiana. Passa a ser uma realidade paralela.

Porquê?

Existe uma consciência coletiva dominante mergulhada no paradigma materialista newtoniano/cartesiano.
Mas isso não é desculpa, nada nos impede de expandirmos a nossas mentes para sairmos do sofrimento (ansiedade).
Hoje o tema é a expansão da consciência e a mudança da realidade financeira e não podemos separar a realidade financeira do dinheiro. Enquanto não conseguirmos sentir o dinheiro a fluir livremente na nossa vida, não podemos viver
uma realidade financeira, sem medo (ansiedade). Dinheiro é energia do poder divino.
Mas antes de irmos às duas grandes fontes dessa energia, vamos tomar consciência de como tratamos o dinheiro.

Dinheiro é poder divino!

Mas nove em cada dez citações sobre o dinheiro são negativas. Eu fui criado ouvindo dizer que para se ter alguma coisa ter-se-ia que trabalhar muito, abdicar de muita coisa, fazer sacrifício, poupar, etc…
Cresci a ouvir falar mal do dinheiro e de quem o possuía. Vi escrito nas paredes “morte aos ricos e a quem os apoia”, o slogan “dinheiro não traz felicidade” ouvido da boca dos falidos ignorantes. “O dinheiro é causa de todos os males” “podre de
rico” etc….

Havia ainda aqueles que citavam frases bíblicas fora do contexto para glorificar a pobreza, em detrimento da riqueza. No fundo tudo isto para nos afastar do verdadeiro propósito da vida em abundância. Toda esta influência, contribuiu para que a minha realidade financeira fosse um passeio na montanha russa, até há vinte anos atrás. Faziam-me crer e eu aceitava como verdade que era um fenómeno da criatividade. Ganhava dinheiro de todas as formas. E não precisava de
prejudicar ou tirar partido de alguém para que ganhasse muito dinheiro de “forma honesta”. O pior é que não sentia satisfação nem bem-estar nisso. O meu vazio existencial aumentava sem parar. Então onde estava o mal? O mal é que essa “realização financeira” era fruto de um controlo reativo às circunstâncias do mercado. Mas isso perante os conceitos evoluídos de marketing é perfeito. Mas posso garantir-vos que não tem nada de perfeito. Ou então que o digam os milhões de bem-sucedidos de todo o mundo, que alimentam os consultórios psiquiátricos, ou as clínicas caras com doenças graves “provocadas” pelo vilão Stress. Esse dinheiro, fruto de uma ação reativa, trará sempre, repercussões nefastas. A cabala
diz que é dinheiro que vem das trevas.
Depois de falar um pouca da minha experiência e constar os resultados dos melhores alunos das grande escolas de marketing, vamos passar à expansão da consciência e à mudança da realidade financeira.
O primeiro sinal de expansão da consciência é a libertação do ego. Ao transitarmos para a realidade da nossa era, a primeira coisa que necessitamos “abandonar” é o ego. A ignorância apoia-se no ego. O ego quer ter o controlo, e não permite que
seja feito o fluxo (a vontade do todo). Se ainda estamos agarrados ao ego, é porque não nos libertamos do paradigma materialista. A abundância só pode fluir livremente sem efeitos secundários prejudiciais, perante a libertação do controlo.
Quando controlamos acreditamos que somos os arquitetos de nossa prosperidade financeira, como mostrado no parágrafo anterior. Aí os resultados acabam sempre nefastos, porque a suposta prosperidade resulta de uma postura reativa em vez de
um estado proativo.
Se abrirmos um pouco a mente, percebemos que que o dinheiro é simplesmente poder. E a forma como cada um de nós o usa é que pode ser benéfico ou nefasto.
Por essa razão precisamos de ver o dinheiro simplesmente como energia, que pode ser usada como tal para por em movimento qualquer pensamento.
Mas como fazer para se ver o dinheiro como energia que possa brotar livremente na nossa vida? Tudo começa no individuo (em cada um de nós)

Em 1º lugar precisamos de nos sentir como parte integrante do universo e célula da humanidade. Sem esta consciência, o dinheiro não pode fluir livremente. Porque apesar de as outras células da humanidade, hipoteticamente, não verem dessa
forma, só compete a cada um de nós fazer o que é preciso ser feito. É claro que para nos sentirmos a fazer parte do todo, precisamos de abdicar de conceitos básicos como família, pátria, raça, credo, etc. tudo o que não nos identifique com o
todo. Mas não ponhas uma postura de negação, porque quem não fizer esta mudança radical livremente vai fazê-la inevitavelmente mais tarde.

Já vai longo o 1º artigo sobre expansão da consciência e mudança da realidade financeira, ficou aqui claro o acesso ao dinheiro através de uma forma reativa, no próximo artigo falo da forma proativa (benéfica sem efeitos colaterais).
Depois de leres, coloca as tuas dúvidas. Por escrito ou na palestra presencial e on-line de dia 14 de julho, pelas 16 horas...
António Fernandes

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