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Procuro-te e não te encontro. Vivo uma busca incessante por ti, vagueio por entre países, continentes, nada...

O que fizeste de ti? O que fazes comigo? Essa procura incansável por ti me faz um ser sem rumo, tentando encontrar uma razão para viver.

Perguntas sempre me vêm à mente: Por que te procuro? – Que razão tem essa eterna busca? – Qual o sentido de tanto se dar?

Como responder a indagações se eu mesma não sei a razão dessas “caça”, como se fosse uma mãe à procura de um filho perdido, como uma mulher arrancada de seu homem e por ele vive eternamente a esperar e incansavelmente a procurá-lo...

Por que você não aparece? Estará encantado? Mudou de identidade? O que te aconteceu?

Nomes alterados, idades omitidas, perfis privados, amigos bloqueados... Eis a resposta que teima em fazer  eco em minha mente.

Muitos chamam a esse sentimento de masoquismo, eu ainda não aceito, pois masoquista sofre sabendo o porquê e ainda assim aceita o sofrimento. O que não é o caso de alguém que tão abruptamente foi destituída de um sonho, uma história mal resolvida...

A razão dessa busca incansável Poderá ser para esclarecimentos? –Poderá ser para voltar à realidade? – Poderá ser para recomeçar sem você? – Poderá ser para provar-me que a vida continua sem você?

Aprendi que sonhos não são ingênuos, eu sonho como uma menina, e não durmo a planejar por fazer do som da tua risada um hino...

Preciso aprender que EU sou um ser único, não posso, não devo, e não vou querer viver uma vida que não é minha. Tenho necessidade de prosseguir minha caminhada sem você... Afinal  a vida continua, e eu desejo recuperar a razão, desejo iniciar uma nova paixão, olhar o horizonte e afirmar que valeu a pena ter adquirido uma experiência negativa para dar lugar ao positivismo que é elemento básico para a superação.

SEM VOCÊ VIVEREI, PODE TER CERTEZA QUE VIVEREI. E, SEREI BEM MAIS FELIZ DO QUE ACHAVA QUE FUI!

                                                                                                  MÔNICA TOLEDO – 15 / 12 / 11.

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Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 25 dezembro 2011 às 11:06

A nossa busca no outro não passa de uma busca por nós mesmos, só que não temos consciência disso. A busca é uma procura espontânea pelo crescimento interior/evolução, mas a forma como fomos educados a ver a vida é tão disforme do que o que realmente nós sentimos, que não sabemos como lidar com esse sentimento. Por isso chegamos sempre a um ponto de vazio, uma sensação de que nada chega,nada é suficiente, parecemos um buraco negro, a chupar tudo o que encontramos e nada chega para tapar esse buraco, tudo cai no vazio e torna-se vazio...Torna-se vazio porque é desprovido da SUA ESSÊNCIA... Por exemplo, um relacionamento: procuramos o outro para nos preencher, para preencher esse vazio que sentimos, queremos de toda a forma mudá-lo, "construi-lo á nossa imagem", em vez de procurarmos o outro para nos ajudar no nosso processo de mudança - para nos mudarmos a nós mesmos, para evoluirmos através dessa experiência. Retiramos o seu sentido, a sua essencia, e depois não nos sentindo satisfeitos começamos a dizer que a "culpa" é do outro, porque não é assim ou assado...Quando no fundo ele é aquilo que simplesmente É. Precisamos TER A CONSCIENCIA DE QUE A ÚNICA COISA QUE PODEMOS MUDAR É A NÓS MESMOS. Só a partir daí é que alguma coisa vai mudar fora de nós - porque o nosso interior mudou. Quando tivermos essa consciência  vamos parar de tirar a essencia das coisas e simplesmente vive-las, aprecia-las, senti-las, tal como são, e crescendo através da nossa relação com elas.

Obrigado queridos por despertarem em mim esta reflexão. Obrigado!

Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 24 dezembro 2011 às 19:33

Buscamos incessantemente o amor reflectido noutra pessoa, será que o amor só pode ser sentido quando vivido com outra pessoa? Não, porque o amor é uma partilha, um dar e receber constante. O amor é sentido e vivido de forma pessoal, cada um tem a sua própria forma de amar e de expressar amor. O amor tem tantas formas e tantos rostos...

Obrigada

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 23 dezembro 2011 às 16:51

Obrigado Querida, sinto-me Grata por poder contribuir para o teu crescimento. Mas uma coisa não vem só; quando partilhamos o que realmente sentimos há um desbloqueio dentro de nós, um desatar de um nó - essa energia é poderosa, e vai tocar outras pessoas, dando-lhes a oportunidade de se libertarem também. Quando eu partilho algo eu estou a libertar-me, a crescer - é para o meu bem-estar. Eu sou responsavel por isso! Por isso eu estou Grata por me dares essa oportunidade. Obrigado Querida!

Comentário de MONICA TOLEDO em 22 dezembro 2011 às 20:52

GRATA ESTOU POR TUA BELA REFLEXÃO. FAZ-ME CRESCER A CADA DIA. TE AGRADEÇO PROFUNDAMENTE QUERIDA AMIGA. BJS.

Comentário de Antonio Teixeira Fernandes em 22 dezembro 2011 às 15:29

Parabéns Elisabete és fantástica.    

Comentário de Maria Elisabete Raposo Milheiro em 22 dezembro 2011 às 15:07

Querida Mónica, Obrigado pela tua partilha; acho que todas nós já passámos por "uma desilusão de Amor”. Eu passei por muitas até…cada um pior que o outro…E eu continuava essa busca; mas cada relacionamento que tinha sentia-me cada vez mais vazia, pois cada vez me via mais longe dos meus sonhos, ideias, planos, do que tinha imaginado que queria numa relação. Quando acabei um relacionamento de quase 3 anos, não sabia onde me ancorar, sentia-me á deriva, e o meu porto de Abrigo na altura foi a Metamorfose Real. Aí apercebi-me que o amor não é nada daquilo que eu pensava que era. Amor é Liberdade, Doação, Responsabilidade, Humildade, Assertividade; Amor é até muito mais do que isto – é a energia, é a existência, é a matéria do qual tudo é feito. Essa busca, no fundo, era apenas uma busca por mim própria. Mas como poderia encontrar as respostas fora de mim? Aquilo a que eu tinha chamado de Desgostos de amor, desilusões, sofrimento, não era mais do que a minha perspectiva, a minha forma de análise do que eu via – uma ilusão; baseada em crenças, preconceitos... Além disso, só posso me sentir Grata a todas elas, pois levaram-me á conclusão de que o Amor não está fora de mim; levaram-me a uma vida nova, a um admitir a minha impotência perante aquilo a que eu chamava de vida, mas que nada tinha a ver com viver…nem com sobreviver sequer… Fomos educados a dar mais importância ao que a nossa mente diz do que o coração, e quando queremos dar “ouvidos” ao coração, já estamos tão baralhados que não sabemos de onde vem a voz. Eu era tanta coisa, tantas máscaras que não sabia onde estava eu e onde começavam as máscaras…Aos poucos tenho vindo a conhecer-me e cada vez mais me sinto Grata! Grata pelo Amor incondicional que tenho recebido deste Universo Maravilhoso através de Mestres, mensageiros. No fundo a busca é só por nós mesmos, uma vontade enorme e inconsciente de nos encontrarmos. Uma vez que tenhamos mente Aberta e boa vontade, podemos descobrir uma nova forma de SENTIR A VIDA. Continue querida, as suas partilhas são muito importantes para todos nós! Obrigado por despertar em mim esta reflexão. Obrigado!

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