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FLORAIS DE BACH

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Última atividade: 10 Ago

HOLLY

PINE

(PINUS SYLVESTRIS)

O RELIGARE DO HOMEM E DEUS

INDICAÇÃO:

“Para os que se culpam a si mesmos. Até mesmo quando algo lhes sai bem, pensam que poderiam tê-lo feito melhor e nunca estão satisfeitos com o próprio esforço, nem com os resultados que obtêm. Trabalham demais e sofrem muito com os erros que atribuem a si mesmos. Às vezes, os erros devem-se aos outros, mas essas pessoas também se sentem responsáveis por eles”.

 

QUALIDADES DA ALMA A SEREM TRABALHADAS

 

  1. 1.     Saber perdoar-se

A pessoa tipo Pine precisa de aprender a perdoar-se.

Somente quando sabemos perdoar-nos é que aprendemos a aceitar cada pessoa como ela é. Isto liberta-nos do passado.

Muitas vezes é necessário dar o Pine com Honeysuckle, porque o núcleo de culpa vem do passado, na nossa formação religiosa, de lidar com o que é “pecado”, com o certo e o errado. Quando temos núcleos atingidos muito arraigados, difíceis de quebrar, gosto de misturar os dois e dar uma vez por dia – 10 gotas pela manhã ou à tarde.

 

  1. 2.     A perfeição

O Pine é uma essência que trabalha o nosso Modelo de Perfeição. O nosso Eu Superior é perfeito, os defeitos estão no nosso Ego. O trabalho do Floral é para limpar as nossas imperfeições, para deixar fluir as nossas qualidades. Até um bandido tem a sua Essência pura, mas a sua camada de defeitos é tão grossa, que não deixa fluir nenhuma qualidade.

Muitas vezes, numa pessoa cruel, é necessário trabalhar o seu núcleo Pine, para que ela primeiro se perdoe e inicie a sua limpeza. O perfeito flui da nossa Essência espontaneamente quando passamos a ser canais abertos a esta manifestação Divina.

 

MENSAGEM

 

O Pine é a “semente da Alma”.

O Pine trabalha o afastamento da Alma do seu estado de perfeição original. Trabalha o Modelo de Perfeição, o Modelo de Paraíso que cada um tem dentro de si na sua memória Cósmica.

Abre a nossa semente do Amor Divino no Centro do Coração para podermos manifestar aqui na existência, no corpo físico, o Modelo de Perfeição que vem da nossa Essência. E vai ajudar o Religare do homem com a sua Divindade.

Trabalha mais o Elemento Ar, porque a pessoa sofre muito pelo seu entendimento da Vida buscando essa aproximação do Todo. Às vezes, a pessoa usa o Pine numa fase de autoconhecimento para se aproximar da Luz do seu Paraíso Interno.

Esse tipo de pessoa sente a perda do contacto com o Divino, a queda do Paraíso, o afastamento da Luz, reagindo com a culpa, com a sensação do pecado da religião.

Pecado = vir a faltar a uma regra.

Em hebraico: Hatta’t, que é errar o alvo, não atingir o fim. É por isso que o Pine está próximo ao Larch, em relação ao erro, ambas são árvores coníferas, trabalham a Minusvalia.

O Pine em relação ao erro reage com culpa e Larch reage com a sensação de fracasso (o problema dele é do contacto com o mundo, de ir para a frente). O problema do Pine é consigo mesmo, é o desmerecimento da própria pessoa ter quebrado uma regra, ocorre o corte com o Divino, a sua Alma sente-se no escuro, precisa da Luz da chama do Pine.

Todas as regras são muito limitantes, é necessário trabalhar o nosso aspecto de Saturno, que é o Senhor das Leis, que diz o que é certo ou errado.

A palavra-chave do Pine é o merecimento. Se alguém nesta Vida, nasceu como rei, tem esse papel. Se alguém nasceu como mendigo tem a obrigação de sair da miséria. Não podemos ter dó dos outros ou de nós. Cada um está nesta Vida para desempenhar um papel e cada um tem o seu próprio merecimento. A pessoa que é do tipo Pine nunca está satisfeita com o que faz, como vive, exige muito de si mesma, tornando-se perfeccionista pelo seu Ego, buscando erradamente a perfeição.

 

 – Sobre a existência

O Pine é a essência mais existencialista. Quando nascemos, nós saímos do global, do Modelo de Perfeição e somos jogados na existência, assim, separamo-nos do Todo. Na existência desenvolvemos o nosso Ego, a nossa personalidade, o nosso eu inferior e vamo-nos afastando do nosso Modelo do Todo, da perfeição. Esquecemo-nos de que fazemos parte do Todo. Quando começamos a espiritualizar-nos, buscamos resgatar o contacto com o Todo, o encontro do nosso Paraíso Interno.

Podemos usar o Pine para a busca deste momento existencial do contacto com o Todo. Nesta hora do nosso Religare com Deus ocorre a união do nosso eu inferior com o nosso Eu Divino. O símbolo deste momento do Religare pode ser visto na Capela Sistina onde Michelângelo pintou o encontro das mãos do homem e Deus.

Cada um busca o seu Religare através da religião, da natureza, da Meditação, dos Florais de Bach ou qualquer outro método de Autoconhecimento. O Pine vai ajudar o Religare quando buscamos o nosso Modelo de Perfeição. Precisamos de descobrir que fazemos parte da obra Divina e que cada um necessita de cumprir o seu papel. Quando desenvolvemos o nosso Ego, vamos formando espaços vazios dentro do nosso modelo original. Por isso, muitas pessoas sentem o Vazio existencial, que só pode ser preenchido por Luz, pelo contacto com a nossa Essência.

Todo o stress, medo, dor e tensão provocam retracção, fazendo com que o eu inferior se vá fechando, como uma semente, com Nódulo, faz a implosão. Mas esse movimento de retracção-expansão é necessário. Leva-nos para a frente. É como o movimento de sístole-diástole do nosso Coração.

Quando estávamos no Paraíso, ficávamos no Uno, quando veio a queda, entramos no Mundo da Bipolaridade, do Bem e do Mal, de Luz e das Trevas. Quando a pessoa sente esses Vazios, vem a angústia. O Pine vai agir nesses espaços vazios, vai romper o Nódulo, e como esse processo pode ser muito doloroso, é necessário acompanhar a pessoa.

O Pine rompe o Nódulo, faz a explosão abrindo a semente, descolando os pontos do bloqueio. O Pine liberta o nosso Eu Altruísta, o Eu que vive para o Todo e pelo Todo, abre a semente do nosso eu inferior.

O eu inferior descobre a sua Missão e a cumpre, aproximando-se do seu Eu Superior. Os dois Eus vivem em total simbiose, em simpatia, harmonia, em total conexão.

O eu inferior – que nos liga à Terra, à existência.

O Eu Superior – que nos liga à Divindade, ao Ser.

 

COMO O DR. BACH ENCONTROU O PINE

 

Foi na primavera de 1935, foi a 22ª essência pertencente ao 2º Grupo das 19, para as pessoas que se prejudicavam com a autocrítica e o senso de culpa.

 

PRINCÍPIOS A SEREM TRABALHADOS

 

  1. 1.     Morte

De tudo o que é negativo, com o sentido de Transformação, para libertar o nosso Modelo de Perfeição.

 

  1. 2.     Luz

Cor verde (de Vida) e o amarelo (de acender a nossa chama interna), aí trabalha também o nosso Elemento Fogo. A flor do Pine é como uma vela acesa que sai do meio do verde. Abre a nossa “semente da Alma”.

 

SIMBOLISMO

 

  1. 1.     Simbolismo da árvore de Natal

 

Geralmente, usa-se o Pine para símbolo de árvore de Natal, que é a portadora da Luz, ela tem o sentido de libertar a Vida que existe dentro de cada um pela vinda da Luz, o renascer do eu inferior pela Luz. Muitas vezes, colocavam-se velas acesas no pinheiro, que é parecido com a árvore do Pine com as flores amarelas.

O Pine é uma árvore amante da Luz e é árvore de Fogo, a sua madeira fornece uma Luz muito intensa, que era usada para fazer tochas, antes de existirem as velas e as lâmpadas. O Natal é uma época em que o Pai Natal sai da floresta de coníferas e visita os homens. Nalgumas regiões, ele traz um grande livro, onde estão enumeradas todas as culpas e pecados. Ou chega num cavalo branco com um saco cheio de cinzas.

Como o Pine é uma árvore “evergreen” (sempre verde), simboliza a Imortalidade. E, cobertas pela neve, simbolizam a força vital indestrutível. O cristianismo mostra o menino Jesus deitado sobre o Pine, a árvore representa a Mãe Macrocósmica do Salvador, com os braços abertos acolhendo o menino Deus.

 

  1. 2.     Simbolismo Celta

 

O Pinheiro escocês (Scots Pine) simboliza o solstício de Inverno já completo. O Pine é a árvore de Natal original, sob a qual nasce um cavaleiro envolvido por uma coroa de Luz, superando o velho e o negativo Saturno; traz a Luz para vencermos as nossas limitações.

 

  1. 3.     Simbolismo das qualidades

 

Segundo J. C. Cooper representa honestidade, retidão, integridade, fidelidade, vitalidade e força de carácter. Foi sempre usado para preservar o corpo contra a corrupção, aí tem um simbolismo apotropaico (protector).

 

  1. 4.     Simbolismo do paraíso

 

Cada um tem dentro de si um Modelo de Paraíso, que está na sua memória Cósmica, o Pine ajuda no retorno ao Paraíso do nosso Eu Terrestre, para que ele consiga viver aqui na existência a plenitude de toda a perfeição que vem da sua Essência Divina. O paraíso está dentro de cada um, temos esta semente Divina dentro de nós e buscamos isto com a nossa espiritualização.

Muitas vezes, após a vivência da essência, a pessoa pode ter sonhos ou lembranças da época que considerava a sua Idade de Ouro.

 

  1. 5.     Simbolismo de Attis

 

Como um símbolo de fertilidade, pois sob o Pine nasce o deus Attis, que é o deus fálico da vegetação, amante da deusa Cibele, ele castra-se após a relação com a Mãe Cósmica, morrendo e transformando-se num Pine.

 

  1. 6.     Simbolismo do senso de culpa

 

Desde Sigmund Freud, a Psicologia diz do surgimento da sexualidade simultaneamente ao senso de culpa. Encontra-se o senso de culpa de Édipo nas profundezas da Alma, pois ele nasce na criança mesmo antes do desenvolvimento da noção do “eu”.

Na Antiguidade, o Pine simbolizava a sexualidade exagerada, pois é um símbolo fálico. E o senso de culpa ligado ao pecado, que vem do cristianismo, que o homem nasce com o “Pecado Original”, uma mácula que o homem necessita de limpar através do trabalho da sua Alma.

Quando vemos nas pinturas do Génesis, da história da expulsão de Adão e Eva do Paraíso, vemos a posição deles de ombros curvados para a frente e a cabeça baixa. O peito fica fechado, quando alguém se sente culpado, fica de braços cruzados em sinal de protecção. A postura dos dois saindo do Paraíso é de retracção, vergonha, escondendo-se da lei.

Quando ocorre a Queda do Paraíso, colocamos as roupas do nosso Ego para cobrir a nossa Essência e proteger-nos do mundo. Também podemos ver na pintura do “pecador”, que está na Capela Sistina do Vaticano, a sua postura encurvada, encolhida, escondendo o rosto e principalmente os olhos.

 

  1. 7.     Simbolismo dos planetas que trabalha

 

a)     Saturno

É o deus que simboliza o grande “Senhor das Leis”. No âmbito de Saturno estão a culpa e o pecado. Seu gosto é amargo, como o arrependimento, a cinza é o seu Elemento.

Após o carnaval, temos a 4ª feira de cinzas sob as cabeças, como sinal de penitência e de perdão. Os monges andarilhos da Índia cobriam os corpos com cinzas e vestiam-se com a cor vermelha, simbolizando a sua Morte para o mundo e que todas as ilusões tinham sido queimadas (Princípio da Transformação).

A compreensão de Saturno é libertar-se das culpas do velho Karma. Podemos ver um símbolo de Saturno que traz as leis para a Terra, em Moisés, que necessitou de rebentar o seu Pine pessoal, ter o contacto com Deus e trazer as leis para o mundo.

O planeta Saturno fecha o sistema planetário numa visão antiga, limitando a abertura do espaço das qualidades superiores que estão acima dela. Abrir este ovo de Saturno é abrir a semente da nossa Alma presa pelas limitações do seu Saturno (das leis). É o nosso entendimento da existência, é o libertar das amarras que nos prendem por modelos pré-concebidos pela religião, moral ou social, é a quebra do que foi dito como “proibido”, “errado”, e a pessoa terá dentro dela mesma as leis do certo e do errado.

Neste aspecto de quebrar essas cristalizações que nasceram connosco e herdamos do nosso Saturno, pode ser comparado com o Rock water, só que este busca o perfeccionismo através do seu trabalho no mundo, com uma postura rígida, dura e orgulhosa.

 

b)    Júpiter

Essa associação é feita pelos gregos, porque o Pine representa uma força criativa, fecundante e de boa sorte. Constância nas adversidades. Que trabalha a cor amarela da Consciência do entendimento da Vida.

 

c)     Vénus

Com o aspecto do Pine de “árvore pura” que simboliza virgindade, é também associado com Diana (Artemis). Trabalha a cor verde da Vida que brota das folhas do Pine, de sentir a Vida na sua plenitude.

 

SINAIS CLÍNICOS

 

Quando penssamos em usar o Pine é para trabalhar em núcleos muito fechados, como uma “semente” que necessita de ser aberta.

A pessoa pode fazer patologia tipo “nódulos” (como nódulos de mama, de tireóide, etc.), gânglios, os “Nós de tensão” nas costas, todos os tipos de patologias de retracção. Conforme a “forma pensamento” actuante na Vida, vai ter tendências de gerar certas patologias.

 

  1. 1.     Aparência

Pessoa muito pensativa (o Pine trabalha muito o Elemento Ar, que é ligado ao pensamento), tristeza ou angústia.

 

  1. 2.     Postura

Curvado para frente, geralmente forçando a coluna, onde pode ter deformações. Peito retraído, gosta de cruzar os braços, proteger ou fechar o peito.

 

  1. 3.     Pulmão

O Pine está ligado ao Sopro Divino, ao ar que respiramos. Geralmente, o pulmão é um dos órgãos que vai ser afectado, porque é onde descarregamos as nossas tristezas. A respiração geralmente é curta, angustiada, apertada. O Pine  abre o pulmão. Muitas vezes, a pessoa faz uma pneumonia após uma grande decepção, para que a Alma tenha um aprendizado desta experiência.

As pessoas do tipo tuberculínico – que têm uma personalidade triste, fechadas e de peito retraído podem ter atitudes do modo Pine. Algumas vezes, quando damos o Pine, ele pode provocar um resfriado para limpar a tristeza do pulmão e das vias respiratórias, isso é positivo. Nesses casos, no agudo, podemos ajudar o Pine entrando com o Crab Apple para fazer a limpeza, ou se a pessoa estiver muito cansada ou angustiada podemos ajudar com o Rescue Remedy para aliviar esse sofrimento.

Quando conseguimos mobilizar o pulmão numa pessoa triste ou deprimida, é positivo, pois assim aliviamos o mental e o emocional.

Quando dizemos: Minha culpa! Batemos com a mão no meio do peito, como se batêssemos na nossa semente.

A tuberculose do início do século era a doença dos poetas tristes. Era um tipo de pré-disponência pelo estado de tristeza.

O nosso peito é o lugar onde, quando estamos em equilíbrio, sentimos a paz, o Amor fluindo e temos a “Consciência do Eu”.

 

  1. 4.     Coluna

– Por ser curvado, pode formar “cifóse” (corcunda), além de ter outras deformações na coluna por causa do seu fechamento do peito.

– Pode ter “nódulos de tensão” nas costas, local ligado ao nosso entendimento do passado.

O Pine vai ajudar a nossa energia a subir pela coluna nos pontos de bloqueio por tristezas. Muitas vezes, podemos ajudar com o Hornbeam nas pessoas que têm deformações grandes ou até ajudar com o Elm.

 O Elm está ligado à busca da Missão existencial, a responsabilidade do existir. Associam-se bem juntos. Vamos ajudar a pessoa a acender a chama interna que sai da sua semente Divina.

O esqueleto do Pine é como um candelabro ou uma pessoa de braços abertos para o céu.

A rectidão do Pine dá-nos forças, em direcção à Luz Interna e a aceitação de que somos amados e somos Essência Divina.

  1. 5.     Nódulos, cistos, gânglios

 

Pela “forma pensamento” em semente tem essa tendência de formar “semente no corpo” – nódulos de tensão nas costas – por tristezas que se cristalizaram nas costas, por más vivências do passado. Muitas vezes, nesse caso, há juntamente muito ressentimento. Lembrar de usar talvez o Willow com o Pine.

 

 – “Cistos sebáceos” pelo corpo;

 – Nódulos de mama (muito ligado a tristezas);

 – Nódulos na tireóide (quando ligados ao fundo de tristeza, ressentimento);

 – Gânglios pelo corpo que ficam crónicos, não conseguem terminar o processo;

 – Muitos casos de mononucleose, devemos investigar se a pessoa tem um terreno de Pine.

Lembrar que o Hornbeam pode ajudar o Pine, se for necessária uma força maior, para agudizar certos estados crónicos de tristeza mal resolvida.

 

  1. 6.     Estados crónicos da pele

 

Onde sempre existe o fundo de tristeza do Pine. Por exemplo:

 – Dermatites crónicas, certos eczemas crónicos;

 – Alguns casos de psoríase, vitiligo.

Muitas vezes, a tristeza não descarrega no pulmão e vem para a pele.

 Às vezes, em casos de dermatites, os dois tipos que “sofrem muito na carne” são o Centaury e o Pine. Se a pessoa necessitar dos dois, eu não gosto de trabalhá-los juntos, porque são muito profundos e é melhor trabalhar um de cada vez.

 

  1. 7.     Doenças autodestrutivas ou auto-imunes

 

Como o Holly,  existe essa tendência se esse núcleo não for resolvido.

 

  1. 8.     Pessoas muito exigentes consigo mesmas

 

Nunca estão satisfeitas com o que fizeram, acham sempre que poderiam ter feito melhor.

Podem tornar-se perfeccionistas, nesta busca da perfeição só externamente. Aqui, devemos diferenciar do Rock water, pois o Pine procura o perfeccionismo. Porque se quer sempre aprimorar pelo medo de não ser perfeito.

O Rock water – procura o perfeccionismo porque quer ser perfeito, não pode errar e tem o orgulho. Não reconhece que errou. Não é uma busca existencial como a do Pine. Nesta sua exigência, eles tornam-se muito minuciosos e detalhistas, é muito bom ajudar o Pine com o Crab Apple.

 

  1. 9.     Doenças reumáticas

 

Pelo seu fechamento e tendência a cronificar o estado de tristeza, provoca artroses e artrites. Quando tiver um grande ressentimento, muitas vezes ajudar com o willow.

 

  1. 10.                        Pine e Holly

 

Na natureza, as árvores de Pine e Holly gostam de crescer próximas. Ambas têm espinhos e cutucam-nos.

Não gosto de usar os dois juntos porque os vejo como momentos opostos.

 A pessoa pode oscilar de uma atitude a outra. Às vezes, está mais Pine ou Holly. É como o estado Yang e Yin, integram-se constantemente, uma fase é mais Yang (Holly) outra fase é mais Yin (Pine).

E em diversas ocasiões quando, às vezes, parece uma delas, nós damos e não se altera, pode ser a outra. Por exemplo: um menino de 10 anos que era muito revoltado, insatisfeito com a vida, tinha tido uma gestação muito difícil pela mãe (com muita culpa). Quando nasceu foi uma criança muito irritável, sempre em processos agudos muito fortes. Tomou por muito tempo Holly e às vezes Willow porque era muito ressentido com as pessoas. Mas o Holly só o acalmava, não tinha feito a Transformação profunda. Então dei-lhe Pine com Willow, e ele conseguiu abrir a sua semente de toda a raiva contida na sua Essência e sentir-se amado e querido, porque estava sempre a cobrar o Amor dos outros e não tinha auto-estima (Willow).

Agora, ele abriu-se e está a aceitar muito mais a Vida e está mais aberto para o Amor.

 

A raiva:

a)     Em estado latente - geralmente vai para o pulmão (semente), tendência Pine.

b)    Em estado manifesto – geralmente vai para o fígado, tendência Holly.

O Pine sente raiva de si mesmo porque não consegue ser perfeito, fica com uma raiva contida.

O problema do Holly é dele com o mundo. É preciso trabalhar o Amor Divino para o mundo.

O problema do Pine é dele consigo mesmo, com a existência.

Quando damos o Holly para alguém – para a sua não-aceitação e revolta – e ela piora muito, não se consegue Transformar, é um sinal de que necessita trabalhar primeiro com a sua semente, o seu lado Pine, primeiro o Amor para si mesmo.

 

  • Pine:

 

-       Fase Yin

-       Elemento Ar

-       Manifesta-se mais no pulmão

-       Peito curvado

-       Coluna sensível

-       Braços fechados

-       Gânglios, Nódulos

-       Processos mais latentes

-       Boca mais travada, tensa

-       ATM afectada (articulação temporomaxilar)

 

  • Holly

 

-       Fase Yang

-       Elemento Fogo

-       Manifesta-se mais no Plexo Solar

-       Coração fechado

-       Abdómen sensível

-       Mãos e pés tensos ou “em garra” (ou vontade de chutar ou socar o outro)

-       Processos mais explosivos, quentes

-       Boca em processos de tensão tipo bruxismo (ATM)

 

Quando a pessoa toma o Pine, abre os braços e abraça a si mesma e ao mundo. Provoca a expansão do peito.

Quando a pessoa toma o Holly, abre o seu Coração, abre as mãos no sentido de doação ao mundo.

 

  1. 11.                        Expansão

 

Às vezes, a pessoa que necessita do Pine está em estado de depressão ou introversão de atitude de Vida.

O Pine relaciona-se com as qualidades da Alma de expansão, dela ocupar de novo todo o seu espaço sagrado e o seu contacto com o Divino.

 

  1. 12.                        Complexo de culpa

 

A culpa é raiva de si mesmo, é uma raiva contida, de fazer algo que não gostou.

A punição não vem de Deus. É a própria pessoa que se pune, se culpa. Não se permite ser feliz, o seu Amor está bloqueado.

A salvação é o reencontro com o sagrado, a culpa já foi perdoada ao homem no sacrifício simbólico da cruz.

 

  1. 13.                        No acto do aborto

 

Quando é provocado, geralmente provoca uma culpa no presente ou pode ficar com esse núcleo latente. Pois ele é um acto contra a Vida, contra parte de si mesmo. Por isso é que gera culpa.

 

  1. 14.                        Minusvalia

 

É o acto da pessoa não se dar o seu valor real.

 

  1. 15.                        No processo de angústia existencial

 

Quando for a vivência do processo de angústia existencial e precisar de uma ajuda para o entendimento, podemos ajudar com o Chestnut bud ou com o White chestnut.

 

  1. 16.                        Pine, Oak e Elm

 

São os três gigantes “Atlas” que carregam o Mundo nas costas.

Pine – carrega a culpa do mundo;

Elm – carrega a responsabilidade do mundo;

Oak – faz o trabalho pelo mundo.

 

 

Fonte: livro: Participando da Vida com os florais de Bach. Uma Visão Mitológica e Prática. 3ª Edição.

Autora: Carmen Monari

Composto e postado por: Carla Moinheiro Email: carla@solucaoperfeita.com

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Comentário de Mafalda Cristina Silva Carvalho em 9 maio 2012 às 16:01

Obrigada Carla pela clareza e a sistematização das características dos florais de Bach. Parabéns pela iniciativa. Eu tomei algum tempo três destes florais (Walnut, Crab Apple e Clematis) e só sei que tive uma enorme transformação interior, nasceu uma nova Mafalda, com mais confiança, certeza e convicção, em conjunto com outras terapias. E até o meu relacionamento com os outros sofreu uma enorme mudança. A minha experiência com os florais foi ótima. Obrigada, bjs

Comentário de Betty Silva Abreu em 8 maio 2012 às 18:58

obrigado Carla....que fascinante trabalho sobre os florais.fiquei maravilhada...quanta riqueza que desconhecia .vou aprofundar a leitura na tua postagem para poder disfrutar melhor o conhecimento.obrigado..obrigado pelo fabuloso trabalho.

 

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